segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Projetos Pedagógicos de uso das TICs

Os projetos pedagógicos elaborados e apresentados pelas turmas do semestre 2009.2 revelaram elementos importantes para nossas reflexões sobre o uso das TICs na docência. A superação dos limites de conhecimentos técnicos, empreendida a partir da tentativa dos próprios alunos de explorar os softwares escolhidos para as atividades e o conhecimento didático pedagógico necessário para planejar/pensar/elaborar a atividade para alunos de séries da educação infantil ou do ensino fundamental constituíram-se nos principais elementos evidenciados durante esta experiência. A disciplina, ministrada para alunos do 3º semestre, que ainda não cursaram disciplinas como Didática, por exemplo e, não são professores nem estão desenvolvendo atividades de estágio em escolas, apresenta certo grau de dificuldade para a elaboração e a execução de uma atividade como a do projeto pedagógico de uso das TICs. Contudo, convém ressaltar que, considerando os elementos mencionados, as turmas venceram o desafio e apresentaram projetos pedagógicos com propostas de atividades coerentes para a série e a disciplina escolhidas, tentaram inserir as TICs exploradas durante as aulas práticas da disciplina e acresecentaram possibilidades que ainda não haviam sido exploradas durante o semestre.
Ficou, da parte de alguns grupos, o desejo de explorar um software de autoria ou ainda uma linguagem de programação que lhes permitisse criar seus próprios aplicativos educacionais. Espero poder propor oficinas ou disciplinas optativas que proporcionem a realização dessas experiências futuramente.
Parabéns Turmas!
Aos que desejarem relatar um pouco da experiência do projeto, façam seu registro nos comentários.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

A pedagogia do aprender bem

As oportunidades de aprender bem são buscadas por aqueles que adentram no campo pedagógico visando adquirir conhecimentos diversificados, que culminarão na formação profissional do educando. O aprender bem, de forma proveitosa, ocorrerá progressivamente dignificando aplausos e redundando em sucesso quando se utiliza os recursos pedagógicos e tecnológicos, estabelecendo relacionamentos estreitos entre aluno e professor, prevalecendo à centralidade das atenções pairada sobre o aluno, de forma que o influencie a ter envolvimento e participação permanente nas atividades pedagógicas.
Levando em consideração que a educação de hoje tem como base o instrucionismo, faz-se necessário uma reavaliação rumos e reaver o seu lugar e a sua devida importância. A pedagogia precisa ser compreendida como um curso formador de formadores.
A presença do professor, como um incentivador da produção e mediador entre o aluno e o conhecimento, é vital para que funcione a pedagogia do aprender bem, para que os dois, aluno e professor, desfrutem de um ambiente de confiança, de trocas produtivas e construtivas. Faz parte da natureza humana, estabelecer esse comportamento.
As novas tecnologias nos incentivam a produzir, a sermos atuantes, principalmente na produção de textos onde a autoria é um desafio, uma forma de participação e de formação pessoal, de construção de um novo modo de produção conjunta, a exemplo dos textos que constam no mundo virtual, coletivo e aberto.
Conhecimento se constrói ativamente, através da motivação, dos desafios, da qualidade, da liberdade de expressar pensamentos e do respeito aos sujeitos envolvidos na atividade pedagógica, principalmente o respeito à criança que aprende, na qualidade de pessoa única em sua forma de aprender.
A aprendizagem tecnologicamente correta estabelece uma ponte de ligação entre a tecnologia e os alunos, de forma a facilitar o processo do aprender bem, visando revestir de atrativos os velhos métodos e teorias que não podem deixar de ser trabalhadas.

Resumo do texto de Pedro Demo.
Grupo: Margarete, Miriam, Aparecida, Edyvanne, Antônio Dutra, Amanda e Jacira



quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Produzindo podcasting

Ao longo de nossa disciplina, vimos diversas possibilidades de produção e publicação de conteúdos na web. Abordamos, principalmente, três delas: blog, wiki, podcasting.
A partir da navegação na web, buscamos compreender de maneira teórica e prática cada um desses hipertextos. Os desafios propostos aos pedagogos em formação foram:

1. Pensar em atividades pedagógicas que podem ser desenvolvidas com crianças da Educação Básica a partir do uso pedagógico das TICs.
2. Produzir hipertextos, publicá-los e comentá-los no blog da disciplina.
3. Produzir e publicar podcasting sobre os temas estudados.


Depois deste experimento, é interessante registrar as nuances dessa aventura didático-metodológica. Vamos lá pedagogos, registrem comentários que apresentem elementos fundamentais vivenciados nessa atividade.

O que vocês aprenderam? Quais as principais dificuldades que vocês enfrentaram? Que novas ideias surgiram?

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Pedagogia do Aprender Bem

O aprender bem é um conjunto bem estruturado de ideias e soluções para a nossa vida como estudantes e futuramente como professores. É certo que para se aprender mais e melhor, é preciso estar e criar um ambiente em que seja propício o aprendizado de forma mais prazerosa, como diz o texto de Pedro Demo. Embora muitos levem a questão da infraestrutura material tão à sério que nada fazem para melhorar as coisas quando algo não vai bem. É necessário que haja uma interação e grande reciprocidade entre o educador e os educandos, mas também é preciso humildade por parte de ambos para aceitar que um pode contribuir para a aprendizagem do outro. O uso de tecnologias diversas como o computador ou outros dispositivos tecnológicos na educação provoca reflexões sobre a formação do profissional de educação e, nesse sentido, Demo (1999) ressalta, em seu texto, que é preciso renovar a credibilidade do curso de Pedagogia, considerando-o como, talvez, o mais importante dos cursos na universidade.
A construção do conhecimento é feito de maneira coletiva. Tudo o que aprendemos pode ser compartilhado e enriquecido na interação com outros, pois em decorrência do vasto acervo de conhecimentos produzidos pela humanidade, o ensino não deve limitar-se à transmissão direta aos alunos daquilo que aprendemos. Sempre surgem problemas na construção do conhecimento, sobretudo quando tratamos de um saber que se constrói virtual e interativamente. Pois, a noção de colaboração e trabalho em grupo não é a mesma para o professor e para os alunos. Há sempre divergências nas opiniões e mais trabalho para uns do que para outros. O uso de interfaces de comunicação da web, por exemplo, pode facilitar a produção coletiva e colaborativa de conhecimentos. Mas, ainda falta um interesse maior, por parte dos alunos, em participar ativamente dessas atividades e também falta infraestrutura tecnológica nas instituições de ensino que proporcionem o acesso e o funcionamento adequado e permanente de tecnologias da informação e comunicação na educação. Ou seja, faz-se necessária uma infraestrutura que material e humana propicie ao professor condições para realizar processos de ensino e aprendizagem inovadores que estimulem professor e aluno a serem partícipes de uma nova dinâmica de produção do conhecimento.

Grupo: Adriana, Ana Mércia, Elias, Joseílma, Leonardo, Luciana, Priscila, Suelle, Valdeane e Yurica

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Pedagogia do Aprender Bem

Esse texto de Pedro Demo, vem nos deixar a par de questionamentos sobre o andamento do curso de pedagogia, o uso da internet, as maneiras de observarmos o funcionamento das novas tecnologias e implantá-las dentro das salas de aulas, a relação do professor com o aluno,que para o educando aprender bem, tem que ser encantado pelo professor, mas, vale salientar, para que um professor consiga encantar o aluno é preciso dar condições a esse educador como um bom salário, uma boa preparação para lhe dar com novas tecnologias, uma boa estrutura de sala de aula, com pucos alunos para ele dar conta, porque a realidade de hoje, é o professor se deparar com alunos indisciplinados e que não possuem o suporte em casa, como por exemplo, internet, acesso a várias coisas que facilitariam a aprendizagem deles, o apoio dos pais, o que dificulta o trabalho do professor, bem enfatizado no texto. Ficamos na torcida para chegarmos a esse modelo de estrutura educacional, dito no texto, com implantações de novas tecnologias em salas de aulas e professores bem amparados e dispostos a lhe dar com elas.

Grupo: Adriana Nascimento, Ana Mércia, Elias Nascimento, Joseílma da Costa, Leonardo Félix, Priscila Menezes.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Pedro Demo e sua reflexão sobre o uso das TICs.

O capítulo 6 do livro de Pedro Demo “Educação Hoje” (“Novas” Tecnologias, Pressões e Oportunidades), é bastante instigante e reflexivo. Com o subtítulo “Pedagogia do Aprender Bem” ele nos convida para uma discussão em torno de como integrar aos métodos pedagógicos já existentes, muitos deles ultrapassados, às novas TICs que podem e devem ser utilizada com uma ferramenta positiva no processo ensino-aprendizagem.
É relevante destacar que o texto analisa a importância do papel do professor e do aluno nesse processo de transmissão, construção e absorção do conhecimento, quando o aluno é visto como um sujeito.
Norteado por vários teóricos, ele faz uma análise do grande desafio que tem a Pedagogia para poder acompanhar as novas necessidades e expectativas da era moderna e tecnológica. Taxado, muitas vezes, como curso inexpressivo, tradicional que precisa ser repensado para adequar-se à nova realidade, mostrando toda sua relevância no processo de formação de alunos incomporados nesse novo paradigma tecnológico.
A web 2.0 na visão de Pedro Demo, é uma ferramenta imprescindível no processo do aprender bem, embora com algumas ressalvas, ela traz consigo a oportunidade do aluno ser autor, de interagir com outros autores e de compartilhar novos conhecimentos, partindo do pressuposto de que o conhecimento é um bem coletivo,portanto acessível a todos e não centralizado a uma figura só, como era visto tradicionalmente.
A aprendizagem virtual, ensino à distância sofre constante resistência por grande parte do corpo docente e discente, pelo fato de que as novas tecnologias não terem trazido as melhorias que haviam prometido, como também o receio de serem substituídos por conta da constante e rápida evolução tecnológica.
Enfim, esse texto traz à tona uma discussão necessária e urgente, mas, que muitas vezes, por motivos restritivos ou de falta de conhecimento do tema, deixa de ser feita.


Ângela Maria
Luciano Rufino de Araújo
Gabriela Mayra Bezerra Costa
Morgana Alves da Silva
Desiree Andressa Fabião de Araújo Vieira

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Pedagogia do aprender bem

Aprender bem só pode ocorrer em ambientes em que o aluno se torna o centro das atenções e permanece ativo, anvolvido, participativo. Por vezes, confunde-se esse desafio com "motivação", também porque já existe uma "indústria da motivação", tocada por profissionais que se especializam em produzir emoções fortes.
Aprender bem acarreta atitude "construtiva", em geral à sombra do construtivismo e em tom modista, para designar que se faz alguma coisa diferente, sem saber definir minimamente.
Aprendizagem tecnologicamente correta significa aquela que estabelece com tecnologia a relação no sentido de aprimorar a oportunidade de aprender bem . A inclusão digital mais promisora é aquela feita da aprendizagem do professor e do aluno. Sendo assim, a pedagogia tecnologicamente correta coopera na definição da "aprendizagem virtual".
O palco privilegiado da aprendizagem virtual, em termos tecnológicos, é a web. Mais que meros softwares novos, trata-se de mentalidade nova.

Equipe:
Maria Aparecida C Teixeira
Nelma Silva de Medeiros
Rafaella Costa
Stive Washington do M Marinho
Vannessa Jeiane A Costa

Pedagogia do Aprender Bem.
















Face as condições recentes da pedagogia diante os desafios das novas tecnologias, e suas influências globalizadas perante a sociedade que caem de forma preocupante sobre ela, a par também de oportunidades a educação hoje deveria ser "pedagogicamente" e "tecnologicamente" corretas, entrando decisivamente no mundo da aprendizagem virtual. Esta veio para ficar, deixando a pedagogia impossibilitada. A pedagogia precisa reagir e tomar seu lugar no mundo virtual, também para imprimir os devidos cuidados educacionais. Não cabe mais descartar as tecnologias como meros instrumentos ou como algo suspeito. Em particular é fundamental saber ocupar a Web 2.0 como espaço possível de construção da autoria e de modos mais condizentes aos jovens e adolescentes de estudar, apesar de todos os riscos.

Pedagogicamente correta é aplicar na prática a ferramenta tecnológica adequada, enfatizando a pedagogia como curso prioritário na formação do educador no universo virtual e acadêmico. Tecnologicamente correta é a aprendizagem que estabelece com a tecnologia a simbiose adequada do educador munido de sua experiência acadêmica/virtual, nutrindo a relação entre tecnologia, aprendizado e aluno.
Portanto, a inclusão digital mais digna e justa é aquela feita através das alfabetizações, adentrando no processo de aprendizagem dos professores e estudantes.
Sendo assim, por mais que mereça críticas o professor carece de oportunidades e as universidades precisam rever rapidamente seus cursos de pedagogia e licenciatura, para oferecer a sociedade formadores bem formados, disponibilizando a esses profissionais acesso ao mundo virtual.

Postado por:
Anderson Joabson,
Genilson José,
João Baptista,
Maria José,
Maria das Dores.

Web 2.0 e suas ferramentas

(imagem copiada do grupo Pedagogia do Aprender Bem)







Com suas ferramentas
, a Web 2.0 passa a ser encarada como uma plataforma de comunicação, na qual o acesso e a publicação da informação on line é facultado, de forma mais simplificada, aos internautas que não possuem conhecimentos especializados no campo da informática, sem exigir a criação de páginas Web e de sabereres relacionados com a alocação destas informações em servidores da rede. A facilidade em publicar conteúdos e em comentar os “posts”, no caso dos blogs, fez com que as redes sociais se desenvolvessem e se ampliassem no ciberespaço. Postar (escrever) e comentar (dialogar com os autores) passaram a ser duas ações complementares, que muito têm contribuído para desenvolver o espírito crítico e para aumentar o nível de interação social on line. O Wikis, o Podcasting, E-Porfolios, E-books, e RSS Feeds, entre outros, são ferramentas da web 2.0 que podem facilitar e, de certo modo, estimular processos de interação social e de aprendizagem em ambientes virtuais.


Equipe:
Mabel - Sara - Kelma –
Antônia Nilda - Marizilda - Ana Ferraz - Gilvandro
Nivaldo - Almir - José Carlos -
Cristina Brasil - Janeide - Joselito - Penha.


sexta-feira, 16 de outubro de 2009

A Pedagogia do Bem

O autor discute o papel do curso de pedagogia para o processo de aprendizagem, entendendo que o professor não deve ser apenas instrucionista e destaca que a pedagogia, vive uma contradição, porque não apresenta um local de aprendizagem consistente, muito menos para o uso de tecnologias minimamente adequadas. Diante disto, o autor apresenta dois desafios para o futuro da pedagogia: 1. Ser Pedagogicamente correta;2.Ser tecnologicamente correta.Para ser pedagogicamente correta, a pedagogia precisa adquirir status de curso mais importante da universidade, precisa nela se definir o que é aprender, para que os demais sigam. Deve negar a pedagogia tradicional e redigir um novo modelo de aprendizagem e para tanto, o autor sugere que aprender implica a utilização de dinâmica entrelaçadas, e resgata Sócrates– pai da pedagogia, o qual na antiguidade já defendia a pedagogia emancipatória e libertária.
A crítica feita pelo autor é de certo modo radical, pois aponta a pedagogia com um dos cursos mais fracos das universidades, acrescentando inclusive que a não utilização de novas tecnologias dá-se em conseqüência do medo da ameaça de substituição do professor pelas tecnologias.
Aprendizagem tecnologicamente correta é aquela onde aprimora a oportunidade de aprender bem. Na situação atual a pedagogia está marcada pela ausência ou a resistência tecnologica. Em alguns cursos existem iniciativas numa visão instrucionista de aprimorar a didática tradicional. Literalmente o ser humano é uma tecnologia em evolução na natureza, mantendo-se aberto a novas tecnologicas e inovações, somos, pois, para a natureza tanto meio como fim. As novas tecnologias fazem parte da aprendizagem do professor e aluno, mas no largo desafio as novas tecnologias precisam alojar-se na dinâmica da aprendizagem. Pois se a criança se “alfabetiza” com o computador, as tecnologias fazem parte do modo de aprender. A pedagogia tem sua chance de se apresentar com principal portal da inclusão digital. Não se pode definir aprender bem se referência à pedagogia, ela não só precisa das novas tecnologias. Como também lhes oferece oportunidade de avançar na inclusão digital. Em vez de confronto, não se escapa de ter de cooperar. Ocorre que os peritos de novas tecnologias não sabem pedagogia e vice-versa. Pedagogia tecnologicamente correta coopera na definição da “aprendizagem virtual” tendo como objetivo construir modos virtuais de aprender. As novas tecnologias avançam sensivelmente oferecendo plataformas virtuais. Ainda hoje é forte tentação de ver nas tecnologias recursos que facilitam a vida, mas que não se aprofunda na aprendizagem. No plano da aprendizagem professor e aluno ambos exerce o mesmo papel de aprendiz. O jovem por sua vez usam e dominam. A aprendizagem virtual tem encontrado resistência pelos docentes com autodefesa e acanhamento mas igualmente com risco de ônus no trabalho. Assim mesmo o professor é essencial. Uma das suas funções nobres é manter sobre a tecnologia o olhar arguto crítico e autocrítico, não de resistência, mas de quem sabe pensar. Cabe a ele retirar o cenário o tom de confronto com as tecnologias.


Evandro Fernandes Moreira
Vicente Bernardo da Silva
Luis Adripaulo Mendes Barros
Jozenaldo Gama Barreto

Texto: Educação Hoje - "novas" tecnologias, pressões e oportunidades

Vou comentar sobre o capítulo 03 (três) do livro de Pedro Demo, "Educação hoje - "novas" tecnologias, pressões e oportunidades".
O autor discute a possibilidade de se utilizar pedagogicamente a tecnologia, e afirma que a pedagogia vem antes da tecnologia (ou juntas), mas que a pedagogia é essencial. Também comenta e apresenta várias ferramentas da Web 2.0, falando de sua possível utilização na docência. A exemplo dos blogs, wikis, podcasting, e-books entre outros.


Equipe:
Maria Aparecida C Teixeira
Nelma Silva de Medeiros
Rafaella Costa
Stive Washington do M Marinho
Vannessa Jeiane A Costa

Pedagogia do aprender bem

3 periodo noite.
grupo: Áthila, Janeara, Jackeline, Poliana e Rhamington

A pedagogia entre outras dezenas de ciencias naturais que ganharam folego, no seculo passado, talvez seja a que mais incorporou a mágica do transformar, ou seja é o pedagogo que tira o seu-humano, da ingnorancia e o traz o conhecimento. É buscar o ser desconhecido que existe em todos nós. E é com a aceitação das diferenças, entre as quais estar a cultura, que possui definição eurocentrista, que observamos a existencia do incompleto. O instrucionismo busca colocar a pedagogia na rota da aprendizagem, buscando o metodo socratico, é buscar em sua raiz o intuito da investigação, nada melhor para uma ciência, a pedagogia. A pedagogia esta entrelaçada com o desenvolvimento e a transformação da sociedade, logo é inevitavel a tecnologia como instrumento que ajudara o desenvolvimento do aluno, na busca por informação. O aprender bem só pode ocorrer em ambientes em que o aluno se torna o centro das atenções e permanece ativo, envolvido, participativo.Conhecimento não se repassa, reproduz, mas se constrói, reconstrói, descontrói, o que ja permite distinguir conhecimento e informação...O preço do aprender bem, talvez seja um curriculo entulhado de informações que isoladamente podem ser uteis e ate interessantes´... é que não sobra tempo para ser educado.Hoje com o uso das Tic´s, é preciso pisar no acelerador para conseguir ouvir falar de tudo.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Software Educacional


Os mecanismos tecnológicos tem propocionado a sociedade uma grande expansão no campo educacional, prova disso são os softwares educativos em áreas como, (português, matemática, ciências, geografia, história, inglês, etc).
Estes recursos proporcionaram aos educadores facilidades na exploração do universo cognitivo da criança, ou até mesmo dos adultos, trabalhando a aprendizagem de forma lúdica e divertida, como a lógica matemática e os jogos de associação.
O uso do computador como ferramenta educacional tem se mostrado útil e proveitoso no processo de ensino-aprendizagem, uma vez que, sua eficiência cultiva a atenção, confiança e a auto-estima do aluno. portanto é de fundamental importância a utilização deste benefícios informatizados no sistema educacional brasileiro, tanto para sincronizar a tecnologia a educação como também, harmonizar e estimular a criatividade dos alunos e professores.
Por Genilson José

Acesso às tecnologias


Possibilitar a todos uma educação que possibilite o acesso às novas tecnologias , fazendo com que os discentes sintam interesse em utilizar o ambiente virtual, é um dos desafios da educação.
Bem como, formar professores capazes de lidar com situações extremas: como escolas com modernos equipamentos digitais e escolas com ambientes precários.
Nelma Medeiros

A tecnologia e o subjetivismo humano.

Será que a tecnologia surgiu para beneficiar ou para acomodar o pensamento humano?
Estamos em busca de facilitar cada vez mais o nosso dia a dia com os inventos da era tecnológica. As fibras ópticas são as principais responsáveis pelas transmissões de dados; blutufis, infravermelhos, e-mails, aparelhos eletrônicos de um modo geral são os grandes "mentores" dessas sensações de agilidade que temos no nosso cotidiano. " Poxa vida! o tempo está passando rápido demais." Não é o tempo quem está passando rápido demais, mas sim os objetos tecnologicos que nos rodeiam.
Isso seria um risco para o comodismo humano porque com a facilidade da tecnologia o sujeito pode diminuir a capacidade de racionar uma vez que os clicks da vida substituirão o subjetivismo humano. O e-book, por exemplo, é um grande exemplo disso: ao baixar livros para compor seu acervo, basta clicar na palavra que compõe o texto que automaticamente surge uma imagem ou um som pré-definidos, fazendo com que você deixe ter ter sua própria criatividade.
Onde vamos parar? Ou vamos criar chips para implantar no nosso cérebro, que serão capazes de substituir o subjetivismo humano? Corremos esse risco sim. Seremos robotizados, perderemos nossas sensações, emoções naturais. Enfim!
Espero que a razão humana, apesar da crise em que se encontra, não substitua nunca o pensamento do sujeito porque a mesma razão que veio para contruir, veio para destruir também!
Desirèe Fabião

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Tecnologia na Educação


A Tecnologia na Educação requer um olhar mais abrangente, envolvendo novas formas de ensinar e de aprender condizentes com o paradigma da sociedade do conhecimento, o qual se caracteriza pelos princípios da diversidade, da integração e da complexidade.
O compromisso com as questões educacionais tem sido ampliado, através das várias formas de organização, incluindo aquelas que fazem uso da tecnologia para superar os limites de espaços e tempos, de modo a propiciar que as pessoas de diferentes idades, classes sociais e regiões tenham acesso à informação e possam vivenciar diversas maneiras de representar o conhecimento.
Esta amplitude de possibilidades - quando pautada em princípios que privilegiam a construção do conhecimento, o aprendizado significativo, interdisciplinar e integrador do pensamento racional, estético, ético e humanista - requer dos profissionais novas competências e atitudes para desenvolver uma pedagogia relacional: isto implica criar e recriar estratégias e situações de aprendizagem que possam tornar-se significativas para o aprendiz, sem perder de vista o foco da intencionalidade educacional.
Por outro lado, não se pode deixar de conhecer e de tratar as questões específicas destas possibilidades e suas inter-relações. Este nível de compreensão é que dá mobilidade para o profissional lidar com o inusitado de forma criativa, reflexiva, crítica e construtiva, rompendo com isso a aplicação de soluções prontas ou práticas padronizadas. Tais soluções e práticas não encontram eco no paradigma atual, no qual se torna evidente a necessidade de integração entre a gestão administrativa e a gestão da sala de aula, dos recursos tecnológicos e das áreas de conhecimento. O pensamento-ação exigido precisa considerar o movimento e a articulação entre o individual e coletivo, parte e todo, processo e produto, teoria e prática, ensino e aprendizagem.
O foco desta série de cinco programas, que será apresentada no Programa Salto para o Futuro/TV Escola de 23 a 27 de setembro, é retratar a abrangência do uso da tecnologia no âmbito da educação, considerando a diversidade de formas de aprender e de ensinar. Ao mesmo tempo, cada programa dará ênfase nas questões particulares constituintes do seu universo, visando com isto propiciar aos participantes momentos de indagações e de aprofundamento acerca dos temas abordados.

encontre mais sobre esse assunto no site: http://www.tvebrasil.com.br/salto/boletins2002/te/te0.htm


Postado por: Angélica Emyly

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Tecnologia como estímulo ao ensino médio

O Ministério da Educação estimula o uso da tecnologia na aprendizagem com o Programa Nacional de Informática na Educação (ProInfo) e a distribuição de equipamentos de informática nas escolas de ensino médio. “A tecnologia no processo educacional depende de um conjunto de fatores, como acesso ao computador, à conectividade, a conteúdos adequados e, principalmente, a professores qualificados para usar a tecnologia com os alunos”, enumerou o secretário de educação a distância do MEC, Ronaldo Mota, nesta terça-feira, dia 13, na abertura do encontro nacional de coordenadores do ProInfo e TV Escola, em Brasília.
Segundo o secretário, o acesso dos alunos da rede pública à tecnologia depende do engajamento de todas as esferas de governo. Nos próximos meses, o MEC concluirá a distribuição de computadores a todas as instituições públicas de ensino médio. Mota cita a importância dos núcleos de tecnologia educacional (NTE) de cada estado. “Há dificuldades que os coordenadores conhecem melhor do que nós, do MEC, como as condições adequadas para a instalação de laboratórios”, disse.
Na avaliação da coordenadora do NTE de Florianópolis, Luciana Bitencourt, o encontro, que termina nesta quarta-feira, 14, vai possibilitar a convergência de mídias para aprimorar o acesso e a inclusão digital. “Essa convergência vai melhorar a capacitação de educadores em relação à produção de mídias digitais para que o professor consiga usar esse material com os alunos em sala de aula”, explicou.
Programas — O ProInfo universaliza o uso de tecnologias de informação e comunicação nas escolas públicas de ensino básico. Já foram beneficiados pelo programa cerca de seis milhões de alunos e 218 mil professores de 5.140 escolas. A TV Escola exibe documentários, debates e séries educativas nas instituições de ensino e já veiculou mais de seis mil programas. São 17 horas de programação, divididas nas áreas de ensino infantil, fundamental e médio; Salto para o Futuro e Escola Aberta e uma faixa especial de cursos de espanhol, francês e inglês.

encontre mais sobre o assunto: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=7675&catid=211

Postado por: Gleiciele Soares
As TICs na Sala de Aula

As tecnologias capazes de revolucionar o aprendizado do mundo são basicamente as tecnologias da informação e comunicação, abreviadas doravante por TICs, como são referidas. Elas vão desde a primordial escrita, se a entendermos como a primeira forma de comunicação à distância, que chegou ao livro impresso seguido pelo cinema, rádio, televisão, telefone. E chegamos ao fim do século XX com os sofisticados processos de digitalização dos dados e a sua transmissão veloz por cabos e satélites de comunicação de imagens e textos. Para breve, nos prometerem a TV digital com ricas possibilidades interactivas.
Os avanços das tecnologias de informação e comunicação (TICs), a par da globalização e do aumento da competitividade, têm estado, sem duvida, a contribuir para uma mudança significativa em termos das competências exigidas às pessoas.
Um acto radicalmente novo das sociedades modernas reside na sua aptidão para gerar e difundir informação, contribuindo, decididamente, para o emergir da “aldeia global”, onde o indivíduo é confrontado com a necessidade de uma aprendizagem permanente. Esta sociedade de informação exige uma ampla consolidação e actualização de conhecimentos, direccionando o indivíduo para um novo conceito de educação – a construção do conhecimento, e uma nova alfabetização – a infoalfabetização.
As TICs podem proporcionar potencialidades imprescindíveis à educação. O que, gradualmente, está a conduzir ao reequacionamento do sistema educativo e da própria formação. Neste contexto, cada vez mais, ter-se-á de articular a escola com a sociedade de informação e do conhecimento, oferecendo condições para que todos possam aceder e seleccionar, ordenar, gerir e utilizar novos produtos imprescindíveis ao ensino-aprendizagem.
Com o desenvolvimento de novos meios de difusão, a informação deixou de ser predominantemente veiculada pelo Professor na escola. Actualmente, com o crescente aumento da informação, o aluno chega à escola transportando consigo a imagem de um mundo que ultrapassa os limites do núcleo familiar, do Professor e da própria escola. Mas informação não é conhecimento e o aluno continua a necessitar da orientação de alguém que já trabalhou ou tem condições para trabalhar essa informação. Nada pode substituir a riqueza do diálogo pedagógico.
As TICs multiplicaram enormemente as possibilidades de pesquisa de informação e os equipamentos interactivos e multimédia vieram colocar à disposição dos alunos um manancial inesgotável de informações. Munidos destes novos instrumentos, os alunos podem tornar-se “exploradores” activos do mundo que os envolve. Os Professores devem ensinar os alunos a avaliarem e gerirem na prática a informação que lhes chega. Este processo revela-se muito mais próximo da vida real do que os métodos tradicionais de transmissão do saber. Começam a surgir na sala de aula novos tipos de relacionamento. O desenvolvimento das novas tecnologias não diminui em nada o papel das Professores, antes o modifica profundamente, constituindo uma oportunidade que deve ser plenamente aproveitada. Certamente que o Professor já não pode, numa sociedade de informação e do conhecimento, limitar-se a ser difusor de saber. Torna-se, de algum modo, parceiro de um saber colectivo que lhe compete organizar. Sendo assim, o Professor deixa de se apresentar como o núcleo do conhecimento para se tornar um optimizador desse mesmo conhecimento e saber, convertendo-se assim, num:
- organizador do saber;
- fornecedor de meios e recursos de aprendizagem;
- estimulador do diálogo, da reflexão e da participação crítica.
Com esses meios técnicos que, como o nome sugere, facilitam a mediação, a educação à distância tem tornado mais interactivo o aluno passivo e consumidor de conteúdos e facilita que vá se tornando uma espécie de co-autor da construção do seu conhecimento.
Devido à sua flexibilidade e potencial interactivo, a utilização dos sistemas e documentos hipermédia em contexto educativo proporciona o desenvolvimento de um percurso autónomo de aprendizagem por parte dos alunos, desmistificando simultaneamente a ideia do professor detentor do conhecimento. Assim, a possibilidade de implementação de um novo modelo interactivo no processo de comunicação, constitui um suporte para a aproximação professor - aluno bem como uma mudança no processo ensino - aprendizagem, no qual surge um utilizador activo que participa na organização da informação e no controlo da aprendizagem.
Esta nova tecnologia através da construção de documentos hipérmédia permitem a livre “navegação” adaptando-se aos diferentes níveis de capacidade e de aprendizagem dos alunos.
No que diz respeito à motivação a à facilitação do processo ensino - aprendizagem, as TICs podem desempenhar um papel primordial, desde que integradas correctamente no contexto pedagógico. As suas potencialidades são te tal modo vastas que de certo proporcionam uma aplicação/exploração tão abrangente e eficaz, cujo limite se encontre apenas na imaginação e criatividade do seu utilizador.
Educar e aprender talvez seja mais bem do que transmitir e receber informação: é comunicar informação e conhecimento. E o papel do educador como comunicador parece estar mais evidenciado quando se utilizam TICs, evidentemente, correndo o risco de caminhos perversos como a confusão da figura do educador com a caricata imagem de mero “animador” do processo de aprendizagem. Criar e gerir o que se cria é um grande desafio quando se utilizam os recursos das TICs.
É possível portanto, pensar que com o uso de TICs, as capacidades de comunicação por parte de quem tem que criar, transmitir e compartilhar conhecimento afloram com mais intensidade, vigor e visibilidade do que quando não se usa a tecnologia.
No que diz respeito à utilização das TIC’ na minha área disciplinar não tenho dúvidas de que estas contribuem para um maior enriquecimento das aulas. O estudo acaba por ser mais abrangente, a informação está mais acessível e completa.
Nos dias de hoje a maior parte dos manuais sugere a utilização da Internet, vídeos, CD – ROM na sala de aula, que quase não permite desculpas para que continue a ser ignorada a sua utilização como ferramenta pedagógica..
As novas tecnologias permitem que as aulas se tornem muito mais motivadoras quer para os alunos quer para o professor.


site: http://www.prof2000.pt/users/dulces/introdu%C3%A7%C3%A3o.htm

Postado por: Eliane de Souza
Tecnologias na Educação Infantil

Quando somos questionados sobre a necessidade de uma criança de Jardim I, ou mesmo de três anos acima, freqüentar o laboratório de informática, temos a oportunidade de explanar nossa opinião sobre tal questionamento, tão freqüente entre os pais. O computador, utilizado na educação infantil, é utilizado para brincar e aprender. Brincar sim, por que não? Além de dar ao professor a oportunidade de reforçar conteúdos, trabalhar cores, formas e números e principalmente fazer a criança pensar. Quando a criança usa um software, adequado a sua faixa etária, ela tem que pensar nos caminhos que irá escolher, pois cada escolha a levará para outros desafios, outros caminhos e na grande maioria das vezes, ela terá que voltar pelo mesmo caminho. É maravilhoso ver uma criança em seus primeiros contatos com um computador, pois diferentemente de nós adultos, ela não tem medo, toca, explora, sem receio de quebrar a máquina ou pensar nas conseqüências caso isto aconteça, é ainda mais maravilhoso quando pega o "dedinho" e fica levantando hipóteses de como deve agir, ou mesmo mostrando ao “coleguinha” seu encantamento por determinada atividade proposta pela aula ou software. Na verdade, neste momento ela está construindo seu conhecimento.

Encontre mais sobre esse assunto no site: http://www.educarinformatica.com/infantil.php

Postado por: Rayssa Karla
A integração das tecnologias na educação

A digitalização permite registrar, editar, combinar, manipular toda e qualquer informação, por qualquer meio, em qualquer lugar, a qualquer tempo. A digitalização traz a multiplicação de possibilidades de escolha, de interação. A mobilidade e a virtualização nos libertam dos espaços e tempos rígidos, previsíveis, determinados.
As tecnologias que num primeiro momento são utilizadas de forma separada – computador, celular, Internet, mp3, câmera digital – e caminham na direção da convergência, da integração, dos equipamentos multifuncionais que agregam valor.
O computador continua, mas ligado à internet, à câmera digital, ao celular, ao mp3, principalmente nos pockets ou computadores de mão. O telefone celular é a tecnologia que atualmente mais agrega valor: é wireless (sem fio) e rapidamente incorporou o acesso à Internet, à foto digital, aos programas de comunicação (voz, TV), ao entretenimento (jogos, música-mp3) e outros serviços.
Estas tecnologias começam a afetar profundamente a educação. Esta sempre esteve e continua presa a lugares e tempos determinados: escola, salas de aula, calendário escolar, grade curricular.
Há vinte anos, para aprender oficialmente, tínhamos que ir a uma escola. E hoje? Continuamos, na maioria das situações, indo ao mesmo lugar, obrigatoriamente, para aprender. Há mudanças, mas são pequenas, ínfimas, diante do peso da organização escolar como local e tempo fixos, programados, oficiais de aprendizagem.
As tecnologias chegaram na escola, mas estas sempre privilegiaram mais o controle a modernização da infra-estrutura e a gestão do que a mudança. Os programas de gestão administrativa estão mais desenvolvidos do que os voltados à aprendizagem. Há avanços na virtualização da aprendizagem, mas só conseguem arranhar superficialmente a estrutura pesada em que estão estruturados os vários níveis de ensino.
Apesar da resistência institucional, as pressões pelas mudanças são cada vez mais fortes. As empresas estão muito ativas na educação on-line e buscam nas universidades mais agilidade, flexibilização e rapidez na oferta de educação continuada. Os avanços na educação a distância com a LDB e a Internet estão sendo notáveis. A LDB legalizou a educação a distância e a Internet lhe tirou o ar de isolamento, de atraso, de ensino de segunda classe. A interconectividade que a Internet e as redes desenvolveram nestes últimos anos está começando a revolucionar a forma de ensinar e aprender.
As redes, principalmente a Internet, estão começando a provocar mudanças profundas na educação presencial e a distância. Na presencial, desenraizam o conceito de ensino-aprendizagem localizado e temporalizado. Podemos aprender desde vários lugares, ao mesmo tempo, on e off line, juntos e separados. Como nos bancos, temos nossa agência (escola) que é nosso ponto de referência; só que agora não precisamos ir até lá o tempo todo para poder aprender.
As redes também estão provocando mudanças profundas na educação a distância. Antes a EAD era uma atividade muito solitária e exigia muito auto-disciplina. Agora com as redes a EAD continua como uma atividade individual, combinada com a possibilidade de comunicação instantânea, de criar grupos de aprendizagem, integrando a aprendizagem pessoal com a grupal.
A educação presencial está incorporando tecnologias, funções, atividades que eram típicas da educação a distância, e a EAD está descobrindo que pode ensinar de forma menos individualista, mantendo um equilíbrio entre a flexibilidade e a interação.


Você pode encontrar mais sobre esse assunto no site: http://www.eca.usp.br/prof/moran/integracao.htm


Postado por: Tamara Alves

segunda-feira, 27 de julho de 2009

O uso de tecnologias nas aulas de Arte

Como a tecnologia pode contribuir para o desenvolvimento estético? Uma colher de pau, um lápis, um relógio de pulso ou um ônibus espacial são tecnologias. Essas são formas que o ser humano encontrou para realizar suas ideias e falar do que precisa. Mas nenhuma ferramenta trabalha sem a vontade do individuo. Nenhuma tecnologia substitui o desenho, o desígnio, o projeto.
Na escola, o mais importante no ensino da arte é colocar o aluno em contato com diferentes maneiras de expressar suas ideias, para que amplie suas capacidades comunicativas e descubra suas próprias formas de utilizar os recursos existentes. Será no dialogo entre as linguagens, que cada um irá se aprofundar no funcionamento das dinâmicas de composição da imagem a partir de suas próprias necessidades expressivas.
É muito importante colocar os alunos em constante estado de atenção e reflexão sobre as formas de utilização da imagem na sociedade contemporânea, tanto em relação àquelas produzidas com intenção artística, como todas as que os meios de comunicação se apóiam para passar suas mensagens.

Para saber mais, acesse: http://revistaescola.abril.com.br/arte/pratica-pedagogica/uso-tecnologias-trabalhos-arte-475850.shtml

Daniela Galvão da Silva (Pedagogia-CE 305 manhã/3º período)

sábado, 25 de julho de 2009

Uso de blogs em sala de aula estimula a produção textual:
Conclusão é de dissertação de mestrado apresentada na Unicamp. Autora do estudo diz que professores devem explorar ferramenta.
Do G1, em São Paulo


O uso em sala de aula de blogs estimula a prática da produção textual e contribui para exercitar nos estudantes o poder de argumentação, segundo a conclusão de uma dissertação de mestrado do Instituto de Estudos da Linguagem (IEL) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). As informações são da Agência Fapesp.
A autora da dissertação, Cláudia Rodrigues, que também é professora de redação do ensino médio, afirma que o uso de blogs também propicia a leitura de uma maior diversidade de textos e gera debates e comentários mediados pela prática da escrita. A pesquisa teve o objetivo de estudar a viabilidade da utilização de blogs nas aulas de língua portuguesa e no ambiente escolar. "O estudo ressaltou a necessidade de os professores encontrarem caminhos para explorar o letramento digital em sala de aula", explica.
Para verificar a validade em utilizar blogs para o ensino de escrita, o estudo envolveu a produção de 20 blogs por cerca de 240 alunos durante as aulas de produção textual ministradas em quatro turmas de uma escola de ensino básico. "Nas aulas de redação, normalmente, há debates sobre determinado tema para preparar o aluno para a escrita. Os blogs tiveram a intenção de continuar e transferir essa discussão para o ambiente virtual", diz Cláudia.


Domínio da tecnologia

Segundo Cláudia, que sugere a inserção dos blogs nas aulas de produção textual, o uso desse tipo de tecnologia na escola tem sido quase que inevitável. Por outro lado, o uso dessas "páginas digitais" demanda mudanças sensíveis no perfil do professor. "O professor passa a ser mais um orientador e, embora possa avaliar e dar nota ao blog, na prática, ele deixa de ser o leitor alvo dos textos. O blog deve ser visto como mais uma ferramenta à disposição dos docentes, somado ao livro didático e a outras atividades de suporte." Na pesquisa, a produção textual dos alunos não se enquadrou na linguagem conhecida como "internetês", carregada de abreviações e gírias criadas pelos próprios adolescentes. "Os alunos se preocuparam mais com a qualidade da escrita e com o desenvolvimento do discurso, uma vez que o professor não é mais o único leitor de seus textos. O blog é público."

http://g1.globo.com/Noticias/Vestibular/0,,MUL939461-5604,00-USO+DE+BLOGS+EM+SALA+DE+AULA+ESTIMULA+A+PRODUCAO+TEXTUAL.html


Marcelandia Trajano

sábado, 18 de julho de 2009

A Inclusão Digital - entre outras - na Educação

Estamos caminhando para uma nova fase de convergência e integração das mídias: tudo começa a integrar-se, a falar com tudo e com todos. Tudo pode ser divulgado em alguma mídia. Todos podem ser produtores e consumidores de informação. A digitalização traz a multiplicação de possibilidades de escolha, de interação. A mobilidade e a virtualização nos libertam dos espaços e tempos rígidos, previsíveis, determinados. O mundo físico se reproduz em plataformas digitais e todos os serviços começam a ter a possibilidade de serem realizados física ou virtualmente. Há um diálogo crescente, muito novo e rico, entre o mundo físico e o chamado mundo digital, com suas múltiplas atividades de pesquisa, lazer, de relacionamento e outros serviços. além disso, há possibilidades de integração entre ambos que impactam profudamente na educação escolar e nas formas de ensinar e aprender a que estamos habituados.
As mudanças que estão acontecendo na sociedade, mediadas pelas tecnologias em rede, são de tal magnitude que implicam - a médio prazo - em reinventar a educação como um todo, em todos os níveis e de todas as formas.
O problema do Brasil não é principalmente tecnológico, mas de dedigualdade estrutural. O mercado não resolve a desigualdade social, não inclui os mais pobres. As tecnologias não chegam a todos por igual. Por isso são importantes as políticas públicas de inclusão. O programa governamental de um computador por aluno propõe a que todas as escolas públicas, nos próximos anos, estejam plenamente conectadas com redes sem fio e que todos os professores e alunos tenham seu computador pessoal. Junto com isso haverá capacitação para que os professores transformem as aulas em atividades de pesquisa e de colaboração, para que sejam mediadores mais do que informadores. Só as tecnologias não mudam a educação, mas elas são importantes para flexibilizar o currículo, as metodologias, para focar mais a aprendizagem e o aluno do que o ensino convencional.
Além da inclusão digital precisamos da inclusão afetiva e também da ética. Na primeira, acolhem-se os alunos, valorizando-os, dando-lhes força, esperança, entusiasmo. Alunos motivados vão mais longe, caminham com mais autonomia. A afetividade é um componente fundamental pedagógico e contribui decisivamente para o sucesso pessoal e grupal. Na segunda, como vivemos em uma sociedade que valoriza muito a aparência - no sentido corporal e na representação de papéis - é necessário termos educadores que mostrem coerência entre o que ensinam e praticam, que se apresentem como seres em crescimento, com contradições, com acolhimento e incentivo. Num mundo de tanto "faz de conta", de tantas aparências e de tantas mentiras, educar dentro da verdade e da coerência já é uma grande inovação. A preocupação excessiva com a aparência, seja física ou social, mostra a dificuldade de mudar valores que nos ajudariam a crescer mais, porém que contrariam interesses, negócios. O glamour que atribuímos a qualquer pessoa só pelo fato de aparecer na televisão mostra quanto a educação ainda precisa avançar.
A educação tem um papel político fundamental: mostrar a todos que podemos mudar esse estado de coisas que está aí, essa banalização das aparências, do consumo, da mentira e da enganação descarada de muitos grupos, que dificulta sobremaneira a credibilidade das propostas educativas cidadãs.
As tecnologias não são o centro da mudança educacional, mas estamos num período fundamental de inclusão de todos no processo de ensino e aprendizagem: gestores, professores, alunos, funcionários e comunidade. As tecnologias evoluem muito mais rapidamente do que a cultura. Esta implica em padrões, repetição, consolidação e a cultura educacional, também. As tecnologias permitem mudanças que praticamente permanecem inexploradas pela inércia da cultura tradicional, pelo medo, pelos valores consolidados. Por isso sempre haverá um distanciamento entre as possibilidades e a realidade. O ser humano avança com inúmeras contradições, muito mais devagar do que os costumes, hábitos, valores. Intelectualmente também avançamos muito mais do que nas práticas. Há sempre um distanciamento grande entre o desejo e a ação. Apesar de tudo, está se construindo uma outra sociedade, que em uma ou duas décadas será muito diferente da que vivemos até agora.
Mesmo com tecnologias de ponta, ainda temos grandes dificuldades no gerenciamento das emoções, tanto no aspecto pessoal como no organizacional, o que dificulta o aprendizado rápido. As mudanças na educação dependem, mais do que das novas tecnologias, de termos educadores, gestores e alunos maduros intelectualmente, emocionalmente e eticamente. Pessoas curiosas, interessantes, entusiasmadas, abertas e confiáveis, que saibam motivar e dialogar; pessoas com as quais valha a pena entrar em contato, porque dele sempre saímos enriquecidos. E isso não depende só de tecnologias, mas de programas estruturais que valorizem os educadores na formação e no exercício efetivo da profissão, com condições dignas, fazendo com que eles se sintam importantes. As tecnologias são parte de um processo muito mais rico e complexo, que é gostar de aprender e de ajudar a outros que aprendam numa sociedade em profunda transformação.
Quanto mais tecnologias avançadas, mais a educação precisa de pessoas humanas, evoluídas, competentes, éticas. São muitas informações, visões, novidades. A sociedade torna-se cada vez mais complexa, pluralista e exige pessoas abertas, criativas, inovadoras, confiáveis. O que faz a diferença no avanço dos países é a qualificação das pessoas. Encontraremos na educação novos caminhos de integração do humano e do tecnológico; do racional, sensorial, emocional e do ético; do presencial e do virtual; da escola, do trabalho e da vida em todas as suas dimensões.
Reportagem de JOSÉ MANUEL MORAN, Professor de Novas Tecnologias na USP;
Diretor Acadêmico da Faculdade Sumaré-SP.
Fonte: REVISTA APRENDIZAGEM- MARÇO/ABRIL - 2008
http//www.editoramelo.com.br
Postada por VALÉRIA NERY, 3 º Período - UFPB

A tecnologia e a Inclusão


Depoimento professor SURDO sobre o uso da tecnologia.
por Carlene - 3º período /UFPB

"O conhecimento que adquiri com o uso do computador é a coisa mais importante na minha vida. Antes eu não entendia nada, pois faltava metodologia eficaz de ensino dirigida ao surdo. Eu participava das aulas como ouvinte, mas não conseguia compreender o que o professor ensinava. A minha vida era só de sofrimento, não me interava com a família, a escola e a sociedade. No Programa Sua Escola a 2000 por Hora, desenvolvi o projeto Copisurdos (Complementação Pedagógico Informatizada para Surdos) para melhorar o uso da tecnologia pelos alunos surdos e motivá-los.

Toda construção de conhecimento e aprendizado necessita de motivação e interesse. A minha motivação nasceu com o projeto Copisurdos. Penso que falta nas escolas algo que estimule os alunos de verdade e que os insira nos quatro pilares da educação(ser, aprender, fazer e conviver). Gostaria que programas como o Sua Escola a 2000 por Hora estivessem mais presentes nas escolas.

O Sua Escola a 2000 por Hora foi o pilar para a mudança na minha vida, abriu minha mente para novos horizontes. Dentro do Programa trabalhei com os alunos e professores vários projetos. Com um deles fui premiado e recebi até diploma por ter prestado auxílio à educação ambiental do Distrito Federal. Tudo isso me orgulha, porque sempre tive em mente que o meu futuro não teria muito a oferecer.

Hoje acredito que todos são capazes de vencer, de serem felizes, independente de ter ou não uma deficiência. Não somos piores ou melhores, somos apenas diferentes. Que no futuro os direitos dos surdos sejam respeitados de verdade e que sejamos mais presentes na sociedade!"

Messias Ramos Costa
Coordenador do Laboratório de Informática da Escola Classe 21
Taguatinga / DF

Fonte: http://www.escola2000.org.br/index.aspx

terça-feira, 7 de julho de 2009

Formação continuada de professores: o vídeo como tecnologia facilitadora da reflexão

Um dos principais problemas que enfrentamos na formação inicial ou permanente de professores é a contradição apresentada entre seus ideais de ensino e seu desempenho em sala de aula (Carvalho, 1989a). De um lado, na universidade, discutindo teoricamente o ensino, muitos professores apresentam um discurso aberto e receptivo às novas tendências educacionais, de outro, nas escolas, em suas aulas, eles agem dogmática e repressivamente. Todas as teorias que serviram para o preparo das aulas, cujo objetivo principal deveria ser levar o seu aluno a pensar, a construir o próprio conhecimento, cai por terra quando o professor transmite o conteúdo de forma impositiva, fechada, fazendo perguntas que se limitam a: "Vocês têm dúvidas?" "Vocês estão entendendo?". Antes que eles se dêem conta, estão ensinando da mesma forma como sempre haviam feito, adaptando os novos materiais ou métodos aos padrões tradicionais.
O que temos verificado é que falar sobre, discutir ou apresentar novas propostas fundamentadas em investigações rigorosas não melhora em nada a ação do professor em sala de aula (Briscoe, 1991;Trivelato, 1993; Bell, 1998). Ser um "bom aluno" nos cursos de formação, isto é, saber identificar as variáveis que influem em um ensino, fazer planejamentos perfeitos, escolher materiais didáticos inovadores não o transformam em "bom professor". Talvez essas sejam condições necessárias, mas estão longe de ser suficientes.
Temos de inovar também em nossos cursos de formação a fim de que eles possam se apropriar das orientações didáticas propostas pelos novos currículos (Gil, Furió e Gavídia, 1998), uma vez que as pesquisas na área de educação vêm mostrando a existência de diferenças marcantes entre o objetivo perseguido pelos estruturadores de currículos e o que os professores realmente levam para a escola (Croning-Jones, 1991).

Formação continuada de professores: o vídeo como tecnologia facilitadora da reflexão.
Cadernos de Pesquisa Versão impressa ISSN 0100-1574 Cad. Pesqui. n.111 São Paulo dez. 2000.

Leia toda a matéria a baixo:

http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0100-15742000000300004&script=sci_arttext



Cristiana Ferreira daSilva

Computador vira ferramenta de ensino para pais e professores

Uma experiência na escola publica de do município de Campo Limpo Paulista no Estado de São Paulo vem estreitando a distância entre tecnologia ensino aprendizagem e mais incluindo os pais nesse processo.
Leia e assista a matéria abaixo.

http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL989305-6174,00-COMPUTADOR+VIRA+FERRAMENTA+DE+ENSINO+PARA+PAIS+E+PROFESSORES.html



Cristiana Ferreira da silva

segunda-feira, 6 de julho de 2009

A importância das TICs no processo de ensino aprendizagem

http://www.slideshare.net/valdeniDinamizador/a-importancia-das-novas-tic-no-processo-ensino-aprendizagem

Este vídeo foi elaborado por Valdeni Francisco de Souza e Elaine Maria de Almeida. Comenta resumidamente em formas de slides um pouco da importância das TICs, no processo de ensino aprendizagem, especificando-se mais na TV e a influência da mídia perante as pessoas.

Nova tecnologia torna livros acessíveis a cegos.

Alunos com deficiência visual, baixa visão ou cegueira terão acesso gratuito a qualquer livro ou documento a partir de uma nova tecnologia que transforma texto escrito em áudio. O Ministério da Educação, em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), desenvolveu uma ferramenta de produção de livro digital falado. A tecnologia Mecdaisy foi lançada na última quarta-feira (24) em Brasília, pelo ministro da Educação, Fernando Haddad, e a secretária de educação especial, Cláudia Dutra.
A nova tecnologia reúne um conjunto de programas que permite transformar qualquer formato de texto disponível no computador em texto digital falado. Com base na tecnologia internacional, foi criada uma ferramenta adaptada às especificidades brasileiras, com narração de textos em português.
Para a gerente de educação especial da Secretaria Estadual da Educação e Cultura (Seduc), Viviane Fernandes, a tecnologia irá dar mais autonomia à pessoa com deficiência visual, ao permitir acesso a qualquer tipo de informação escrita disponível para leitura no computador. “Hoje, o cego ou pessoa com baixa visão não encontra um formato de livro em que possa ler. E o professor para trabalhar um conteúdo em sala de aula tem que digitar seu material e imprimir em braile”, diz.
Animado com a nova tecnologia, o diretor do Centro de Habilitação e Reabilitação dos Cegos, Francisco Costa, afirma que o livro em áudio irá democratizar o acesso ao livro, além de facilitar o aprendizado. “O aluno cego não é como qualquer outro aluno que está lendo ou estudando e pode voltar a página, voltar o parágrafo ou fazer uma anotação. O método que utiliza as novas tecnologias vai ajudar esses alunos a fixarem melhor o conteúdo”, acrescenta.
Os livros produzidos pelos centros integrarão o Acervo Digital Acessível, um espaço virtual criado pela Universidade de Brasília (UnB) que estará disponível no portal do MEC para que qualquer interessado acesse as obras.

Kamilla Soares Pereira

NOVE DICAS PARA USAR BEM A TECNOLOGIA

O INÍCIO Se você quer utilizar a tecnologia em sala, comece investigando o potencial das ferramentas digitais. Uma boa estratégia é apoiar-se nas experiências bem-sucedidas de colegas.
O CURRÍCULO No planejamento anual, avalie quais conteúdos são mais bem abordados com a tecnologia e quais novas aprendizagens, necessárias ao mundo de hoje, podem ser inseridas.
O FUNDAMENTAL Familiarize-se com o básico do computador e da internet. Conhecer processadores de texto, correio eletrônico e mecanismo de busca faz parte do cardápio mínimo.
O ESPECÍFICO Antes de iniciar a atividade em sala, certifique-se de que você compreende as funções elementares dos aparelhos e aplicativos que pretende usar na aula.
A AMPLIAÇÃO Para avançar no uso pedagógico das TICs, cursos como os oferecidos pelo Proinfo (programa de inclusão digital do MEC) são boas opções.
O AUTODIDATISMO A internet também ajuda na aquisição de conhecimentos técnicos. Procure os tutoriais, textos que explicam passo a passo o funcionamento de programas e recursos.
A RESPONSABILIDADE Ajude a turma a refletir sobre o conteúdo de blogs e fotologs. Debata qual o nível de exposição adequado, lembrando que cada um é responsável por aquilo que publica.
A SEGURANÇA Discutir precauções no uso da internet é essencial, sobretudo na comunicação online. Leve para a classe textos que orientem a turma para uma navegação segura.
PARCERIA Em caso de dúvidas sobre a tecnologia, vale recorrer aos próprios alunos. A parceria não é sinal de fraqueza: dominando o saber em sua área, você seguirá respeitado pela turma.

Fontes: Adriano Canabarro Teixeira, especialista de Educação e tecnologia da UFRGS, Maria de Los Dolores Jimenez Peña, professora de Novas Tecnologias Aplicadas à Educação Da Universidade Mackenzie, e Roberta Bento, diretora da Planeta Educação.



Cecília Lima

sábado, 4 de julho de 2009

Implicações das TIC's na Educação

Muitos especialistas afirmam que "os avanços das TIC´s poderão revolucionar a pedagogia do século XXI, da mesma forma que a inovação de Gutemberg revolucionou a educação a partir do século XV" (HOLMBERG apud BELLONI, 1999, p. 55). Entretanto, essas tecnologias não substituirão de imediato as atuais, mas provocarão mudanças profundas na forma como se constitui a dinâmica do ensino, "[...] tudo depende da pedagogia de base que inspira e orienta estas atividades: a inovação ocorre muito mais nas metodologias e estratégias de ensino do que no uso puro e simples de aparelhos eletrônicos" (BELLONI, 1999, p. 73).
Segundo Palloff ; Pratt (1999) apud Soares (2000), as novas tecnologias podem enriquecer o ato pedagógico favorecendo uma efetiva interatividade entre os agentes do processo: alunos e professores. "Concluímos a través de nuestro trabajo com el nuevo médio (internet) que la comunidad educativa - com los professores participando em igualdad de condiciones com sus alumnos -, es la chave del éxito de todo el proceso." Como já dito anteriormente, não é a tecnologia que importa, mas a filosofia educativa que empresta sentido ao uso.Segundo Moraes (1997, p. 190), precisamos colocar o conhecimento a disposição do maior número possível de pessoas, possibilitando a criação de potencialidades comunicacionais; criando também uma atmosfera de investigação, colaboração e reflexão crítica, permitindo uma aprendizagem contínua, permanente e autônoma.
O ato de aprender não é uma mera acumulação de conhecimentos, mas uma interação de saberes vividos em sala de aula, onde professores e alunos articulam-se pela busca do conhecimento e pelo exercício da democracia. Este exercício democrático, também de interação intelectual-social, modifica nosso modo de pensar alterando nossa base cognitiva e emocional.Perriault apud Belloni, (p. 28, 2001) salienta que os modos de aprender dos alunos ainda são uma incógnita para a maioria dos professores. Conhecer os métodos de aprendizagem mediatizada são fundamentais para compreendermos os processos da auto-aprendizagem.As TIC, ao mesmo tempo em que fazem grandes potencialidades de criação de novas formas mais performáticas de mediatização, acrescentam muita complexidade ao processo de mediatização do ensino/aprendizagem, pois há grandes dificuldades na apropriação destas técnicas no campo educacional e em sua "domesticação" para utilização pedagógica. Suas características essenciais - simulação, virtualidade, acessibilidade a superabundância e extrema diversidade de informações - são totalmente novas e demandam concepções metodológica muito diferentes daquelas das metodologias tradicionais de ensino, baseadas num discurso científico linear, cartesiano e positivista. Sua utilização com fins educativos exige mudanças radicais nos modos de compreender o ensino e a didática (BELLONI, 2001, p. 27).
Aprendemos em diferentes contextos e de diferentes maneiras. Possuímos estilos de aprendizagem diferentes e esse conhecimento não pode ser ignorado pelo professor. Educar para a sociedade do conhecimento é compreender que devemos investir na criação de competências considerando os estilos individuais de aprendizagem e os novos espaços de construção do conhecimento. A busca por um equilíbrio faz com que pensemos sobre as ações pedagógicas mais democráticas que considerem os estilos de aprendizagem dos alunos, que redimensionem papeis do professor e do aluno, que revise as premissas filosóficas e epistemológicas, que orientam as ações educativas e que inclua as TIC´s como ferramenta mediadora da aprendizagem.A utilização das TIC´s com ênfase na aprendizagem volta-se para o desenvolvimento das habilidades, expectativas, interesses, potencialidades e condição de aprender; todas essências ao processo educativo autônomo. Os alunos são estimulados a se expressarem pelas suas próprias idéias, a desenvolver a autonomia e a capacidade de se sociabilizar e construir conhecimento, o que exige um novo papel do professor.Papel este que, ao que tudo indica, tende a ser cada vez mais mediatizado. O professor tende a ser amplamente mediatizado: como produtor de mensagens inscritas em meios tecnológicos, destinadas a estudantes a distância, e como usuário ativo e crítico e mediador entre estes meios e os alunos (BELLONI, 2001, p.27).
Orientadas para esses fins, as TIC´s na educação correspondem a descoberta de uma nova pedagogia. Uma pedagogia ativa que atenda as necessidades e anseios de uma sociedade que tem a comunicação como processo mediador da educação. Esses processos, configuram-se por uma alfabetização áudio-visual, coletiva e interativa que de certa forma desestabilizam os processos de organização tradicionais de ensino.Um processo educativo centrado no aluno significa não apenas a introdução de novas tecnologias na sala de aula, mas principalmente uma reorganização de todo o processo de ensino de modo a promover o desenvolvimento das capacidades de auto-aprendizagem. Esta verdadeira revolução na prática pedagógica implica um conhecimento seguro da clientela: suas características socioculturais, suas necessidades e expectativas com relação àquilo que a educação pode lhe oferecer (BELLONI, 1999, p. 102-103).A perspectiva das TIC´s é para que as múltiplas linguagens, em suas múltiplas vozes, amplifiquem os espaços educativos, constituindo um universo em constante processo de interação e transformação social. A ação comunicativa dessa nova pedagogia, dialética e interativa, favorecida e potencializada pelas redes telemáticas, orienta-se numa perspectiva de desenvolvimento da capacidade crítico-reflexiva do homem, numa interação social que atenda as necessidades emergentes da nossa sociedade e que de certa forma proponha ações mais justas e democráticas. Desta forma, preocupam-se os educadores, as TIC´s na educação devem ser orientadas de forma cuidadosa a fim de reforçar a humanização do homem.



Layssa Oliveira Araújo Pereira

Piraí, no RJ, torna-se a primeira cidade a ter um computador por aluno

São Paulo, 16 de junho de 2009 - A cidade de Piraí, no Rio de Janeiro, anunciou nesta terça-feira a compra de 5,5 mil notebooks que serão entregues aos alunos da rede municipal de ensino como parte do projeto Piraí Digital. Com isso, a cidade torna-se a primeira do mundo a ter um computador por aluno.
De acordo com os envolvidos na iniciativa, ao todo são 6,2 mil alunos em 21 escolas municipais em Piraí, município conhecido como “a cidade digital” desde 2004, quando a primeira escola adotou o modelo. Na primeira etapa do projeto, foram 400 computadores e, em 2007, esse número subiu para 620.
Os equipamentos adquiridos são os Classmate PC, da Intel, que têm como diferencial uma estrutura durável, resistente a queda e a água, e facilidade de transporte. Os Classmate PCs utilizados em Piraí trabalham com software livre.
Segundo Maria Helena Cautiero Jardim, uma das coordenadoras do projeto Piraí Digital, alguns dos alunos que tiveram acesso à primeira parte do projeto já se tornaram desenvolvedores e, hoje, criam soluções para a educação local.
Para aquisição dos computadores, o projeto contou com investimento de R$ 4 milhões, do Governo do Estado do Rio de Janeiro, e de mais R$ 1,42 milhão, provenientes da Prefeitura. Nestes valores estão inclusos o preço da manutenção e a estrutura para manter os computadores e sistemas funcionando. A Intel fornecerá cursos locais de capacitação e desconto nos produtos.
Os 5,5 mil novos Classmate PCs devem ser entregues aos alunos em agosto.

-Resultados da primeira fase:
Sobre os resultados da primeira etapa do projeto Pirai Digital, Maria Helena diz que, na Escola Professora Rosa da Conceição Guedes, onde o projeto chegou em 2007, o conceito do Índice de Desenvolvimento da Educacao Basica (Ideb) subiu de 2,2 para 4,8 em dois anos.
Ela coordena a parte educacional do projeto e explica que a oferta dos computadores aos alunos é "apenas uma ferramenta"."O projeto torna viável a participação do aluno como co-autor do conhecimento", disse.
Outro impacto do Piraí Digital na educação local foi a diminuição da evasão escolar. Segundo ela, na escola Conceição Guedes, o número de alunos pulou de 400 para 600 em dois anos. O vice-governador do Rio de Janeiro, Luis Fernando Pezão, natural de Piraí, completa que "as crianças querem ir para escola até aos sábados e domingos agora".
- Expansão da "computação 1:1
"O vice-governador do Rio de Janeiro anunciou também que pretende expandir o projeto para 1,5 milhões de crianças em todo o Estado. Segundo ele, o investimento seria de R$ 7,5 milhões. Pezão disse, porém, que ainda não existe previsão para a compra dos computadores, mas que "os cálculos ja estão sendo feitos".
Em São Paulo, iniciativas semelhantes são pontuais. Segundo Alan Wake, um dos especialistas da Intel envolvido na produção do Classmate PC, as cidades de Indaiatuba, Campo Limpo Paulista e Jundiaí apresentam ações municipais que seguem direção semelhante à de Piraí.
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(YouTube - Metodologia ou tecnologia)
video
RayannaFarias

Pesquisa da UNICAMP demonstra que blogs melhoram desempenho escolar


Jornal da UNICAMP 419: 8, Dez 2008

Os blogs já se transformaram em ferramenta de otimização do aproveitamento no aprendizado escolar. Na experiência da professora Cláudia Rodrigues, que dá aulas de Redação do ensino médio, a iniciativa mostrou-se mais do que positiva. “As discussões tiveram maior alcance do ponto de vista temático e passaram a ser estendidas para além da sala de aula. Despertou nos adolescentes o desejo de escrever mais”, atesta Cláudia, que apresentou dissertação de mestrado no Instituto de Estudos da Linguagem (IEL) com os resultados da estratégia aplicada em quatro turmas de uma escola em Minas Gerais, em 2007.
Os blogs – espaço de interação na internet que são atualizados periodicamente e obedecem a uma ordem cronológica – consistem em um fenômeno recente, mas que conquistou as mais diferentes categorias de internautas pela própria dinâmica da página. No blog, explica Cláudia, os alunos são colocados em contato com diversas fontes e opiniões e, neste aspecto, pode-se exercitar o poder de argumentação. “Trata-se de uma ferramenta motivadora para a escrita, que pode ser usada pelo professor, e que se transforma em espaço de debate para o aluno”, esclarece.Segundo a professora, a escola ainda possui resistência em levar para sala de aula gêneros digitais que possam auxiliar o ensino.
Na opinião da autora da pesquisa, muitos ainda vêem a internet apenas como um instrumento de entretenimento e não se dão conta de sua utilidade nos estudos e pesquisas. Ela alega ainda o domínio que os jovens possuem com as tecnologias da informação e que isso melhor poderia ser aproveitado no ambiente escolar.Para Cláudia, um dos grandes entraves para a aceitação do blog como estratégia de ensino seria a linguagem própria que a internet produz. É como uma espécie de dialeto que os jovens utilizam para expressar suas opiniões. Mas “não se trata de substituir a forma de ensinar a norma culta. Ela tem seu espaço já reconhecido, assim como a linguagem informal. A minha proposta é utilizar um novo espaço para otimizar os debates ocorridos em sala de aula e despertar o interesse pela escrita”, explica.
O estudo, orientado pela professora Denise Bértoli Braga, envolveu a produção de 20 blogs. Destes, foram selecionados quatro para a análise de dados da dissertação e justificar a importância do estudo. Cláudia conta que a idéia de inserir os blogs nas aulas de produção textual partiu de uma percepção, ao longo dos anos, de que havia uma carência nos debates realizados em sala e, ainda, em decorrência disso uma limitação nas discussões. A experiência, esclarece, demonstrou que a interação aumentou o interesse pela escrita, assim como os alunos passaram a buscar por orientações dos outros professores para embasar as suas opiniões promovendo, desta forma, a interdisciplinaridade.As discussões envolveram também família e amigos dos alunos. Pelo fato do blog ser público, não há limitações de acesso. Em decorrência disto, o aluno se preocupa mais com suas produções porque seu texto não é mais direcionado apenas à avaliação do professor – neste ambiente, passa a ser coletivo. “Os alunos dominam os fóruns, chats e msn e sabem o que é e como trabalhar com estes meios. Eles invadiram a vida de todo mundo e não há como fugir desta realidade. A escola pode, portanto, utilizar destes canais como mais uma ferramenta”, declara.

- O uso pedagógico das TICs na educação

http://www.slideshare.net/marise/marise-brandao


RayannaFarias

sexta-feira, 3 de julho de 2009


Marcos Pontes faz parceria com o Estado promevendo A Educação Tecnologica.


O governador José Maranhão recebeu nesta quinta-feira (2), em audiência na Granja Santana, em João Pessoa, o astronauta Marcos Pontes, acompanhado do secretário da Educação e Cultural, professor Sales Gaudêncio. O tenente-coronel aviador avaliou como excelente o encontro com Maranhão e acredita em uma boa parceria entre o Governo da Paraíba e a ONG First, uma organização sem fins lucrativos de incentivo à educação, ciência e tecnologia, que atua nos Estados Unidos e no Brasil. A proposta do primeiro astronauta brasileiro é no sentindo de que o Estado da Paraíba entre no circuito mundial para colocar as crianças e adolescentes em competições de robótica. Maranhão destacou que está aberto a novas idéias, principalmente aquelas voltadas à melhoria da qualidade da educação e ao estímulo dos jovens para novos ideais. “É importante a inserção das crianças no mundo da robótica, da computação, da ciência e da tecnologia”, revelou o governador, acrescentando que foi uma satisfação conhecer Marcos Pontes, por sua importância como astronauta e cientista. Projetos de robótica – Pontes está desenvolvendo como embaixador da organização não-governamental First projetos na área da robótica, objetivando incentivar crianças e adolescentes a trabalhar e participar de competições mundiais. No Brasil, o trabalho é desenvolvido nas escolas e já está presente em sete estados. A audiência com o governador da Paraíba foi solicitada pelo próprio Marcos Pontes. Ele pretende ver crianças e jovens paraibanos participando do circuito mundial de competições na área de robótica desenvolvido pela First. No Brasil já existem 600 equipes que trabalham com esse tipo de inclusão social nas escolas. Quem é – O astronauta Marcos César Pontes nasceu em Bauru (SP) e é o primeiro astronauta brasileiro e da América do Sul a ir ao espaço. Participou da ‘Missão Centenário’, numa referência às comemorações dos 100 anos do vôo do brasileiro Santos do Dumont, no avião 14-BIS. O astronauta brasileiro foi ao espaço em 30 de março de 2006, em direção à Estação Espacial Internacional, a bordo da nave russa Soyuz-TMA-8, com experimentos científicos brasileiros para execução em ambientes de micro-gravidade. Marcos Pontes revelou que venceu na vida através da educação e hoje 80% de suas atividades envolvem projetos na área educacional.

Evaneide Silva

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Centros de Recursos TIC para a Educação Especial

A criação de uma rede nacional de Centros de Recursos TIC para a Educação Especial decorre de uma política de inclusão dos alunos com Necessidades Educativas Especiais A finalidade dos Centros de Recursos TIC para a Educação Especial consiste na avaliação destes alunos para fins de adequação das tecnologias de apoio às suas necessidades específicas, na informação/formação dos docentes, profissionais, auxiliares de educação e famílias sobre as problemáticas associadas aos diferentes domínios de deficiência ou incapacidade. Veja toda a matéria no link: http://sitio.dgidc.min-edu.pt/especial/Paginas/CRecursosTIC_EE.aspx
Os Centros de Recursos seguem Normas de Funcionamento próprias : http://sitio.dgidc.min-edu.pt/especial/Documents/Normas_orientadoras_Centro%20de%20Recursos.pdf
Liana Nóbrega

Biblioteca Digital EJA

Bom, achei interessante relatar para vocês um pouco da minha pequena experiência como bolsista. Estou participando de um projeto que se intitula da seguinte maneira: Biblioteca Digital da EJA. Essa biblioteca tem uma proposta bastante empolgante, que é a de levar uma biblioteca digital para alunos do projovem.

Contarei um pouco dessa história. A Biblioteca Digital EJA originou-se no ano de 2006, como uma das atividades do Projeto do Centro de Referência em Educação de Jovens e Adultos do Nordeste. No início ela tinha como proposta documentar experiências realizadas na EJA, e com isso constiribuir e implementar um acervo bibliográfico digital, para assim divulgar eletrônicamente essas informações para todos aqueles que sentissem interesse pelo o assunto.

É importante destacar que o antigo conteúdo veiculado pela biblioteca era mais voltado para o segmento acadêmico. Hoje a Biblioteca Digital EJA adiquiriu uma nova roupagem, desveiculando-se assim da antiga, mas continuando com o seu principal obejtivo que é o de contribuir da melhor maneira possível como informações sobre a educação de jovens e adultos nos seus variados segmentos educacionais. Além dos conteúdos, a Biblioteca Digital EJA está mais moderna e interativa. Fotos, videos, entrevistas, um acervo bastante vasto para aqueles que realmente se interessam pelo assunto.

Atualmente ela conta com uma equipe bastante variada e jovem composta por alunos de pedagogia, jornalismo, e informática. A escola a qual iremos aplicar a Biblioteca Digital EJA, se chama Escola Aruanda e se encontra no Bancários. Estou bastante empolgada com tudo isso, e espero que todas as nossas expectativas sejam superadas da melhor maneira possível, e que os alunos realmente sintam interesse, pois estamos nos empenhando com todas as forças para que tudo isso dê certo.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

MEC promete computador individual para alunos da rede pública. Brasília recebe este ano

projeto-piloto.
Em 2005, um famoso professor norte-americano apresentou uma idéia inovadora no Fórum

Econômico Mundial, evento que reúne líderes de vários cantos do mundo. Nicholas Negroponte

(então diretor de um dos mais respeitados institutos de tecnologia do mundo, o Massachusetts

Institute of Technology —MIT) propôs a fabricação de computadores portáteis a um preço bem

reduzido: US$ 100 (R$ 210, aproximadamente). A finalidade? Distribuir os equipamentos nas

escolas dos países em desenvolvimento, para crianças de baixa renda. Para o especialista, a

tecnologia revoluciona a educação, estimulando a construção do conhecimento pelo próprio

aluno.
Como podemos ver o tema de inclusão digital esta sendo debatido em diversos ambientes. Temos

mais informações no link as seguir olhem e conheçam mas sobre o assunto.

http://www.inclusaodigital.gov.br/inclusao/noticia/inclusao-digital-na-escola/

Fabíola ferreira

terça-feira, 30 de junho de 2009

A inclusão das tecnologias nas escolas

Fabíola ferreira

Os desafios tecnológicos

O processo de interação com as tecnologias precisa ser entendido de forma bastante peculiar, para que, possamos entender e identificar os pontos positivos e negativos desse avanço. Partindo do pressuposto de que esse sistema capitalista da informação num primeiro momento nos oferece a “comodidade” no dia-dia, por que de certa forma acaba substituindo o então “trabalho braçal” por máquinas. Faz-nos acreditar que, futuramente, essa inteligência artificial produziria perfeitamente a cognição humana, ou seja, se tornariam seres biológicos com poder de auto-criação. Num segundo momento é interessante perceber que esse sistema capitalista (agora da informação) tem um intuito estritamente consumista, sendo capaz de oferecer aos seres realmente biológicos a idéia de que máquinas deixariam de ser meramente objetos. Esquecendo que elas são frutos de um projeto do homem na qual necessita da interferência de um observador. Então, como visão positiva desses avanços, tem se realmente a questão da comodidade, onde as informações chegam mais rápidas, e a interação social acaba sendo maior mas, sempre tomando cuidado para que esse sistema não seja confundido com as competências humanas.

Francelina Finazzi