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quarta-feira, 17 de agosto de 2011

As formas do saber

A entrevista com o filósofo francês Piérre Lévy (teórico da cibercultura), realizada pelo jornalista Florestan Fernandes Jr, está disponibilizada em 04 vídeos no You Tube. O diálogo aborda desde a Revolução Científica e Tecnológica e envereda-se pelas transformações na vida, nas atividades e nas relações humanas em uma linguagem clara e repleta de exemplos por meio dos quais Piérre Lévy apresenta os pressupostos que fundamentam seu pensamento filosófico sobre a Cibercultura.
Os vídeos são excelentes pontos de partida para a leitura dos textos de Piérre Lévy e para a proposição de discussões sobre a Cibercultura em confronto com as formulações de outros teóricos que discordam da perspectiva otimista desse filósofo francês.


domingo, 26 de junho de 2011

I Semana Pedagógica - CE/UFPB 2011


Encerrando a I Semana Pedagógica do Centro de Educação da UFPB, tive o privilégio de compor uma mesa redonda sobre Educação e Tecnologias com a Profa. Edna Brennand, realizada no dia 17/05 às 14h30, no Auditório do CE. A profa. Edna abriu a discussão a partir da perspectiva de uma Educação Global, abordando suas proposições e seus desafios. Enquanto eu encaminhei o debate para questões mais contextuais e locais, situando o tema no âmbito da formação profissional de docentes em nível superior, sobretudo a que realizamos com nossos graduandos dos cursos de Pedagogia Presencial e a Distância da UFPB.
Falar sobre tecnologia implica não apenas em refletir sobre questões teóricas, mas empreender experiências de uso pedagógico. E, nesse sentido, nossas vozes ao tempo em que ecoavam no auditório e encontravam retorno nas vozes de nossos graduandos ali presentes, viajavam pela rede via twitcam e colocavam-se à disposição de todos os internautas interessados pelo estudo do assunto. Contamos com a participação de alunos que interagiram conosco enviando suas perguntas e comentários durante o debate. A mesa possibilitou-nos articular teoria e prática e demonstrar aos futuros pedagogos como as tecnologias digitais podem compor situações pedagógicas que favoreçam os processos de aprendizagem abertos e colaborativos.
Quem desejar assistir ao vídeo, clique em: http://twitcam.livestream.com/5auzu
Continuamos abertas aos comentários de nossos graduandos e visitantes sobre o que propusemos para essa discussão.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Reflexões sobre o uso das tecnologias na escola

O que constitui esta postagem é a sintese da discussão dos textos sobre tecnologia e educação. O nosso objetivo foi compreender a realidade relacionada com o processo de ensino aprendizagem e com os conhecimentos tecnológicos, refletindo sobre suas utilidades nos espaços sociais, culturais e econômicos. A partir daí, podemos propor novas metodologias de ensino e práticas pedagógicas para o desenvolvimento educacional, tendo como objetivo a interação dos indivíduos com os avanços científicos da humanidade, ampliando seus conhecimentos sobre esses recursos e possibilitando a criação permanente de novas tecnologias e novas práticas sociais e educaionais.
1-Por que usar tecnologias na escola?
A utilização das tecnologias na escola tem importância quando facilita a aprendizagem e a ação pedagógica dos professores e dos alunos em sala de aula. Isto porque estamos inseridos em um mundo globalizado, no qual precisamos nos apropriar de saberes e práticas sociais de uso da tecnologia que estão articulados com os aspectos sociais, econômicos e culturais, que demandam mudanças no mercado de trabalho e no processo de ensino aprendizagem.
2-Para que usar tecnologias na escola?
Para subsidiar a compreensão da própria realidade atual, desenvolvendo pesquisas, demonstrações ecomunicações de forma útil e flexível dentro das instituições e para estimular os alunos no processo de ensino-aprendizagem.
3- Que tecnologias usar na escola? E como usar essas tecnologias?
As tecnologias físicas, que são inovações como caneta esferográficas, livros, computador, etc. As tecnologias organizadoras são a forma como relacionamos as diversas técnicas de aprendizado e da qualidade de educação, focalizando os métodos de ensino. E as tecnologias simbólicas com as linguagens que permitem a socialização e a comunicação, articulando aspectos político, social, econômico e cultural. É através dessas e de outras tecnologias, que estejam disponíveis nas escolas, que podemos proporcionar uma boa qualidade de ensino e uma compreensão mais ampla sobre como utilizar a tecnologia para benefício da vida. Podemos utilizá-las como instrumentos pedagógicos que viabilizem uma melhor aprendizagem aos alunos, favorecendo a realização de atividades contextualizadas e a construção permanente de conhecimentos advindos da interação entre professores e alunos.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Quem usa tecnologia na escola?


São comuns as afirmações de que "os alunos usam as tecnologias digitais", enquanto que "os professores não as conhecem muito bem ou não sabem o que fazer com elas na escola". Conforme podemos constatar em estudo realizado pela Unicamp, disponível para leitura em: http://news.psicologado.com/comportamento/professores-sao-inseguros-para-usar-tecnologia-diz-estudo-da-unicamp.
Embora tais afirmações tenham sustentação na realidade vivida no cotidiano escolar, a questão não se resolve facilmente a partir de uma demarcação simplicada de lugares na ação educativa: quem usa e quem não usa tecnologias na escola?
De fato, os docentes, principalmente, aqueles que não dispuseram de acesso a tais tecnologias ao longo de sua formação acadêmica ou carreira docente precisam superar o estranhamento inicial, peculiar ao novo, e imergir em práticas crítico-reflexivas que lhes permitam conferir significados para o seu fazer educativo, agora mediado também, e não "apenas", por tecnologias digitais. Entretanto, as crianças e jovens da propagada geração x (ou outra denominação que se possa dar aos chamados "nativos digitais"), que fazem uso cotidiano dessas tecnologias em suas mais variadas atividades, apresentam também certas "resistências" quanto ao uso desses dispositivos tecnológicos na educação. Falo mais especificamente do ensino superior, onde supõe-se maior grau de autonomia para aprender e produzir conhecimento por parte tanto de professores quanto de alunos.

Parece-me que ainda precisamos descobrir ou inventar "significados e práticas culturais" para o uso das tecnologias digitais na educação!

Compartilho com vocês algumas das minhas inquietações:

Como explicar o baixo índice de uso de ambientes virtuais de aprendizagem e de ferramentas da web 2.0 (blog e twitter) durante a mediação pedagógica realizada em turmas que possuem cerca de 90% de alunos com computador e acesso à internet em suas residências?

Por que ao serem convidados a participar de forma mais colaborativa da construção de seu próprio conhecimento esses alunos resistem e privilegiam as práticas de reprodução do conhecimento que criticam?

Por quais razões suas vozes não ecoam massivamente em interações presenciais e/ou virtuais entre professores-alunos, alunos-alunos, alunos-internautas?

Em que medida estamos (professores e alunos), de fato, fazendo algo "novo" em termos de ação educativa a partir do uso de tecnologias digitais?

As questões levantadas podem parecer contraditórias, sobretudo, quando propostas por uma professora que estuda e trabalha com tecnologias digitais. Afinal, o discurso posto e massivamente aceito sobre a predominância do uso das tecnologias na sociedade, por vezes, sufoca tantas questões importantes que nos ajudam a "pensar esse mesmo uso". Pois, pelo menos em Educação, mas, eu acrescentaria que em qualquer campo da atividade humana, não podemos sucumbir ao engodo consumista do uso pelo uso. Mas, precisamos nos indagar frequentemente ante cada nova possibilidade de uso sobre: quem usa? por que usa? para que usa?. Diante da proclamada sociedade da informação, do conhecimento ou da aprendizagem, convém atentar para essas e outras tantas questões que constituem o escopo da cidadania e da formação humana no contexto do Século XXI.


sábado, 23 de abril de 2011

Vídeo "Tecnologia no saber" - TV Escola

A Tv Escola disponibiliza em sua série de vídeos "Fazendo escola", um vídeo que discute o uso das tecnologias na Educação. Clique aqui para assistir.

Sinopse:

A série "Fazendo Escola" trata de assuntos referentes à gestão democrática no Ensino Médio com base em experiências bem-sucedidas em escolas brasileiras.
A discussão sobre o uso da tecnologia na educação envolve questões que vão desde a fonte de recursos até o valor pedagógico. Até onde o aluno se deslumbra com a tecnologia e a partir de quando ele passa a aprender com ela?
A tecnologia, em si, não é o foco em sala de aula, mas uma ferramenta. E este episódio mostra alguns caminhos possíveis para sua apropriação nas escolas.

As discussões propostas no vídeo coadunam com as concepções críticas de uso das tecnologias na Educação que tem fundamentado nossas práticas pedagógicas. A busca por experiências realizadas nas escolas por professores e alunos aproximam os graduandos em Pedagogia das aplicações práticas de uso das tecnologias digitais em situações de aprendizagem concretas e constituem-se como fontes importantes em sua formação acadêmica. Em especial, como fontes para a identificação de elementos importantes e norteadores para a elaboração de seus projetos pedagógicos de uso das TIC na Educação Básica.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Ambientes Virtuais de Aprendizagem


O meio tecnológico tem se tornado uma fonte de informação e conhecimento. O computador é uma dessas tecnologias que nos proporciona essas possibilidades. Ele foi inserido nas mais diversas atividades humanas em nossa sociedade. Não diferentemente no âmbito escolar, o computador tem sido considerado como uma ferramenta importante para possibilitar aos alunos a capacidade de desenvolver um pensamento criativo em um ambiente interativo de aprendizagem.
Nesse sentido, os ambientes virtuais de aprendizagem são espaços fecundos de significação, onde professores, alunos e objetos técnicos interagem e potencializam, assim, a aprendizagem e a construção de conhecimento. Na pedagogia, esses ambientes revelam importância didática no processo de ensino-aprendizagem, pois estimulam vínculos entre a aprendizagem e a realidade de vida de cada aluno, possibilitando-lhe um ambiente favorável ao desenvolvimento do conhecimento, no qual o aluno tenha prazer em aprender.
Essas tecnologias digitais também potencializam e estruturam novas sociabilidades e, conseqüentemente, novas formas de aprendizagens. Permite-nos comunicarmos com várias pessoas ao mesmo tempo, processo no qual irá acontecer uma troca de conhecimentos através de conteúdos apresentados de forma hipertextual, mixada e multimídia, com recursos de simulações.
Os ambientes virtuais tinham um acesso resumido, mas vem crescendo de algum tempo pra cá. Hoje, dispomos de vários ambientes que podem ser usados como ferramenta de aprendizagem no processo da apropriação do conhecimento. Sendo assim, os ambientes virtuais de aprendizagem, no âmbito educacional proporcionam um desenvolvimento cognitivo do sujeito. Considerando que os meios eletrônicos são ferramentas dinâmicas e facilitadoras que podem auxiliar o trabalho do docente e a aprendizagem do aluno, a fim de desenvolver um trabalho de qualidade nas escolas e de oportunizar o acesso à tecnologia de forma construtiva.


Referências:

Autorias e gratuitas no ciberespaço. Disponível em : http://www.anped.org.br/reunioes/26/trabalhos/edmeaoliveiradossantos.pdf. Acesso em:15/09/2010.

BEHAR,Patrícia A;LEITE,Silvia M;SCHNEIDER,Daisy;AMARAL,Caroline B do.Educação infantil e Ensino Fundamental: outras possibilidades através do PLANETA ROODA.Novas Tecnologias na Educação NUTED-UFRGS V.4 Nº1, Julho,2006. Disponível em: http://www.cinted.ufrgs.br/renote/jul2006/artigosrenote/a31_21196.pdf. Acesso em:15/09/2010.

COSTA, Luciano A Carvalho da;FRANCO, Sérgio Roberto Kieling. Ambientes virtuais de aprendizagem e suas possibilidades construtivistas.Novas Tecnologias na Educação CINTED-UFRGS V.3 Nº1, Maio, 2005. Disponível em:http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/13009/000573003.pdf?sequence=1. Acesso em :12/09/2010.

LAGUARDIA, Josué;PORTELA, Margareth Crisóstomo; VASCONCELLOS,Miguel Murat. Avaliação em ambientes virtuais de aprendizagem.Educ.Pesqui.Vol 33 Nº3. São Paulo. Sept./Dec.2007. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1517-97022007000300009&script=sci_arttext&tlng=es. Acesso em:12/09/2010.

PEREIRA,Andréia Regina; PERUZZA, Ana Paula P.M.Tecnologia de Realidade Virtual Aplicada à Educação Pré-Escolar. Disponível em: http://br-ie.org/pub/index.php/sbie/article/view/200/186. Acesso em:15/09/2010.

PEREIRA,Andréia Regina; LOPES, Roseli de Deus.Legal: Ambiente de Autoria para Educação Infantil apoiada em Meios Eletrônicos Interativos.Laboratório de Sistemas Integraveis. Escola Politécnica da Universidade de São Paulo,2005. Disponível em:http://ceie-sbc.tempsite.ws/pub/index.php/sbie/article/view/389/375 . Acesso em:15/09/2010.

ROMANÓ, Rosana Schwansee. Ambientes virtuais para a aprendizagem colaborativa no ensino fundamental. Revista Científica de Educação ,2004. Disponível em: http://www.nonio.uminho.pt/documentos/actas/actchal2003/05comunicacoes/Tema3/03RosanaRomano.pdf . Acesso em :15/09/2010.

Grupo:
Arianne ferreira
Elizângela de Sousa
Maria de Fátima da Silva

Desenvolvimento de aplicativos

Software aplicativo (ou aplicativo ou ainda aplicação) é um programa de computador que tem por objetivo o desempenho de tarefas práticas, em geral, ligadas ao processamento de dados, como o trabalho em escritório ou empresarial. Tem como foco o usuário.
Existem diversas classificações para os aplicativos, mas os utilizados nas escolas são classificados como de apoio educacional. Esses aplicativos consistem em instruções voltadas para a aprendizagem e o ensino auxiliado com o uso do computador.
Alguns exemplos desses aplicativos são:
Aplicativos de Internet (Internet Explorer, Mozilla Firefox,Opera,etc);
Aplicativos de produtividade pessoal (Google Docs);
Aplicativos gráficos para ilustrações (Corel Draw);

Hoje em dia existe uma infinidade de jogos e softwares que variam de simulação de guerras, provas de ação entre muitos outros. Porém, muitos se distanciam completamente dos objetivos escolares. Entretanto, inúmeros aplicativos e jogos que unem através de um método pedagógico, o útil ao agradável: a diversão e o aprendizado. Entre os softwares, jogos, aplicativos úteis à educação escolar podemos destacar:
Moodle – é um sistema desenvolvido em software livre para ensino a distância em ambiente virtual. O conceito da ferramenta foi criado em 2001, pelo educador e cientista computacional Martin Dougiamas. Constitui-se em um sistema de administração de atividades educacionais destinado à criação de comunidades online em ambientes virtuais voltados para a aprendizagem colaborativa. De maneira simples, o Moodle permite que os alunos e professores estudem ou lecionem de maneira integrada em um curso online, baseando-se na pedagogia sócioconstrutivista. O professor pode ministrar a aula com os alunos conectados, acompanhando a apresentação online. Ao final do curso, testes são aplicados sob a forma de múltiplas escolhas ou questionários.
GIMP – o projeto foi criado em 1995, por Spencer Kimball e Peter Mattis, quando desenvolveram esse aplicativo como um projeto para a faculdade. O GIMP foi criado para ser uma alternativa livre ao Adobe Photoshop, e que hoje alcança expressiva popularidade, sendo utilizado por hobbistas e profissionais. Com esse programa, a escola pode utilizar suas técnicas de multimídia em diversas disciplinas, como artes, ciências, português, entre outros.
CMAPTOOLS – é uma ferramenta para elaborar esquemas conceituais e representá-los graficamente, ou seja, é um programa que lhe auxilia a desenhar mapas conceituais. A teoria dos mapas conceituais foi desenvolvida na década de 70 pelo pesquisador Joseph Novak, com base na teoria da aprendizagem significativa. O pesquisador define mapa conceitual como uma ferramenta para organizar e representar o conhecimento. Os conceitos parecem dentro de caixas e as relações entre eles são especificadas por meio de frases de ligação, que unem cada um dos conceitos.
O CmapTools pode ser acessado via internet. Há uma coleção de trabalhos que podem ser utilizados como referência para você começar a elaborar seus projetos. Todos os trabalhos desenvolvidos podem ser convertidos em formatos para apresentação na web. Desta forma, fica mais fácil a publicação e difusão do seu projeto em um ambiente virtual.
Concluímos com os estudo e a apresentação de nosso painel temático que o desenvolvimento de aplicativos se torna necessário para que a escola ofereça aos alunos, por meio de professores capacitados, a possibilidade de interagir com o meio tecnológico, estimulando a sociabilização, a coordenação e, principalmente, a aquisição do conhecimento.
No entanto, para a obtenção significativa da aprendizagem, o corpo docente deve estabelecer critérios pedagógicos de uso da tecnologia na escola, segundo os quais se deve basear o planejamento e o currículo. Além disso, deve-se desenvolver pesquisas sobre os softwares que serão utilizados, discutir as dificuldades encontradas, e sempre estar informado sobre as possibilidades disponíveis e inventadas, visto que o mundo da tecnologia está sempre em constante atualização (up grade).


Referências:

CAMARGO, Paulo de. Você é X, seu filho é Y. CLÁUDIA. São Paulo, ano 49, p. 95, abr. 2010.
CLUBE do professor. Disponível em:
http://www.clubedoprofessor.com.br/artigos/artigojunio.html. Acesso em: 25 set. 2010.
Ensino a distância – Moodle. Disponível em:
. Acesso em: 25 set. 2010.
GIMP. Doiponível em:
http://pt.wikipedia.org/wiki/GIMP. Acesso em: 25 set. 2010.
Hospedagem Moodle. Disponível em:
http://www.hostnet.com.br/instalador-automatico-de-aplicativos/sistema-de-cursos-online-moodle/. Acesso em: 25 set. 2010.
Mapas conceituais. Disponível em:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Mapa_conceitual. Acesso em: 25 set. 2010.
PORTAL da educação. Disponível em:
. Acesso em: 25 set. 2010.
SANTOS, Robson. Inserção da tecnologia e da inovação no processo educativo. Disponível em:
. Acesso em: 25 set. 2010.
Slide share. Disponível em:
http://slideshare.net/robsonsantos/educação-e-sftwares-aplicativos. Acesso em: 25 set. 2010.
Software Aplicativo. Disponível em:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Aplicativos. Acesso em: 25 set. 2010.

Grupo:
Karla Caroline dos Santos
Mariana Rodrigues
Morgana Kelly

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Comunidade virtuais de aprendizagem



Com o avanço da tecnologia, é notável que a maneira com que as pessoas se relacionam vem mudando ao longo do tempo. Dessa forma, o espaço virtual, cada vez mais, torna-se um lugar para que as pessoas se encontrem e se relacionem, formando comunidades a partir de seus interesses, que tanto podem ser comunidades virtuais sociais quanto comunidades virtuais de aprendizagem.
As comunidades virtuais de aprendizagem poderão se constituir, mediante uma didática colaborativa, em ambiente propício à construção e reconstrução de conhecimento, considerando os sujeitos envolvidos (professores e alunos), como participantes em todo o processo (SANTOS, ALVES, 2006). Nesse sentido, faz-se necessário pensar na inserção dessas comunidades nas práticas pedagógicas, de modo que, a interação entre professores e alunos seja articulada à construção contínua do conhecimento.
É importante salientar que as comunidades virtuais de aprendizagem tem sua significação tanto na Educação a Distância (EAD) quanto na Educação Presencial. Na Educação a Distância, elas podem cada vez mais aproximar as pessoas pelas conexões on-line e permitir que professores e alunos falem entre si. Na Educação Presencial, abre-se um leque de possibilidades para além da sala de aula, em um espaço virtual que permite a extensão do que foi proposto no espaço físico.
Cientes de que as comunidades tanto podem ser sociais quanto de aprendizagem, é interessante notar que existem diferenças entre elas. As comunidades virtuais sociais trazem consigo certa despreocupação em relação aos conteúdos educativos, por terem como foco principal a socialização de grupos diversos da sociedade, não deixando de enfatizar que nelas ocorrem aprendizado. Já nas comunidades virtuais de aprendizagem, os educadores podem encontrar possibilidades concretas de utilização da força social das comunidades para fins educativos, sobretudo, pelo modo como as formas colaborativas permitem abordar tarefas em equipe ou aprender uma nova forma de trabalhar e de pensar.
Neste painel, nós enfatizamos o Orkut como comunidade social na qual pessoas se encontram segundo seus gostos, discutindo-os em fóruns. E como comunidade de aprendizagem, o Moodle, que é um dos ambientes virtuais de aprendizagem mais conhecidos, no qual é buscada a integração da comunidade virtual e da educação.
Pensar em aprendizagem mediada pelas tecnologias requer um olhar diante de todas as possibilidades que, agregadas a elas possam contribuir, significantemente, com o processo de construção do conhecimento. Não se pode, porém, supor que as comunidades virtuais sejam agregações redentoras que venham trazer soluções para os problemas do mundo contemporâneo e da educação. Diante de todas as possibilidades e impossibilidades, acreditamos que o acesso às comunidades virtuais traz consigo vertentes que, aliadas à aprendizagem podem contribuir numa melhor interação entre indivíduos que, próximos ou distantes, podem construir e fortalecer seus interesses comuns.

REFERÊNCIAS:

GELINSKI, Simone; NETO, Wilson Rodrigues V. TULESKI, Angélica R. Comunidades Virtuais de Aprendizagem. Disponível em: Acesso em: 17 set. 2010.

ILLERA,Jose L. Rodriguez. Como as comunidades virtuais de pratica e de aprendizagem podem transformar a nossa concepção de educação. Disponível em: Acesso em: 18 set. 2010.

MORAN, JOSÉ M. Educação inovadora presencial e a distância. Disponível em: Acesso em: 19 set. 2010.

PRIMO, Alex Fernando Teixeira. A emergência das comunidades virtuais. In: Intercom 1997 - XX Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, 1997, Santos. Anais… Santos, 1997. Disponível em: . Acesso em: 19 set. 2010.


GRUPO:
Janaína Gomes Fernandes
Jayanne Santos Bezerra
Michelle Ulisses Barbosa

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Softwares de Autoria

Softwares são programas instrutivos utilizados na manipulação e redirecionamento de uma dada informação, a fim de atender a necessidade dos usuários e quando executados produzem funções determinadas. O software de autoria é um programa equipado com diversas ferramentas de multimídia que permitem o desenvolvimento de uma variedade de atividades alternativas que podem estimular o desenvolvimento cognitivo, a linguagem e a autonomia dos usuários.
O uso desta tecnologia na educação permite que o professor acompanhe e utilize os recursos oferecidos como uma ferramenta pedagógica, favorecendo assim o processo ensino-aprendizagem. O professor contribuirá como mediador do conhecimento e o aluno não mais será um mero espectador, mas, sim um sujeito ativo e participativo no seu processo de construção do conhecimento.
Softwares de autoria como o Visual Classe, Everest, Hiperstudio, Illuminatus e Active 3 são utilizados em atividades pedagógicas tanto com crianças quanto com adolescentes no intuito de facilitar a aprendizagem nas disciplinas de matemática, português, história etc. Há softwares que possuem ferramentas que possibilitam a edição de imagens, de animação, de textos e a construção de imagens geométricas. Tudo articulado para facilitar o processo de aprendizagem dos alunos e estimular a coordenação motora, a memória e a organização do pensamento.
Para o professor, os softwares de autoria são importantes, pois ajudam a entender as necessidades e dificuldades do aluno, por meio das informações que ficam registradas em um banco de dados do servidor e permitem saber todas as tentativas do aluno até que ele obtenha a alternativa correta. Desse modo, essas informações servem para que a escola tenha a possibilidade de trabalhar com cada aluno os seus pontos fracos no processo ensino-aprendizagem.

Referências.

BENETTI, Michele Nunes. A informática educativa como estratégia para melhorias na educação publica Brasileira: Uma analise sobre o software de Autoria Visual Class. Disponível em: >

NEITZEL, Luiz Carlos etal. Análise de software educacional. Disponível em: www.eps.ufsc.br/disc/intromc/anal4/sld001.htm

VASCONCELOS REIS, Roselene Maria de. Softwares de autoria: possibilidades e limites da interação e multimediação como concepção pedagógica. Disponível em: www.multimeios.ufc.br/arquivos/pc/monografias/monografias/monografia_roselene.pdf.


GRUPO:

Anielle Lopes
Eduarda Rossane
Mônica Duarte

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Formação docente e TIC's

Refletimos sobre a inserção das tecnologias da informação e da comunicação na formação docente,a partir do que está disposto em documentos como Plano Nacional de Educação (PNE), Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Médio (PCNEM),Livro Verde da Sociedade da Informação no Brasil (SOCINFO) e Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de Pedagogia (DCN).
Os aspectos culturais inerentes à aprendizagem e ao conhecimento supõem a abordagem das TICs na Educação por motivos relacionados com as práticas socialmente desenvolvidas de uso dos recursos tecnológicos nos processos de aprendizagem formal e não-formal. Os sujeitos contemporâneos participam de espaços de aprendizagem que se utilizam do computador e das redes telemáticas para promover, numa dinâmica colaborativa, a resolução de problemas, o desenvolvimento de projetos de trabalho e de pesquisa e o intercâmbio cultural. É claro que essa dinâmica não foi instituída somente ou a partir das tecnologias telemáticas, ela pré-existe a estas. No entanto, o que podemos observar é um movimento de intensos questionamentos e remodelações em torno do ato de aprender a partir do avanço da ciência e das tecnologias. Por possibilitarem maior à informação e relativa facilidade ao acesso, as TICs permitem que o aprender vá se desvinculando, progressivamente, do ato de transmissão de informações entre professor e aluno e extrapole o espaço, o tempo, os conteúdos e as metodologias instituídos pelas organizações escolares.
A desestabilização provocada no paradigma educacional vigente suscita posturas diversas nos educadores, que vão desde a adaptação, fundada numa perspectiva utilitarista/tecnicista da educação, à resistência, calcada na visão tradicional de ensino. A antiga e persistente tensão entre teoria e prática, também permeia o debate sobre os usos das TICs, polarizando as concepções e as ações em consonância com a fragmentação do saber - como se fosse possível separar conhecimentos e técnicas, supondo não haver uma relação dialética entre eles. Ora, o desenvolvimento de uma técnica ou tecnologia requer a preexistência de conhecimentos teóricos; em contrapartida, a construção do conhecimento, sobretudo do científico e tecnológico, pressupõe o emprego de métodos e técnicas.
Os computadores e a Internet, sem falar nas outras mídias e tecnologias da informação e comunicação, passaram a compor o cenário educacional brasileiro desde os anos de 1980. E, mesmo passadas quase três décadas, percebemos haver, ainda, uma longa jornada a percorrer até que cheguemos a usá-los potencialmente nas práticas educativas. Carecemos ainda da apropriação de muitos saberes, teóricos e práticos, que nos conduzirão a um emprego mais crítico e consciente das TICs. Porém, percebemos que não é mais possível que as instituições de ensino (universidades e escolas), docentes e discentes permaneçam inertes em relação a esse conhecimento. Precisamos nos lançar, ousar, arriscar, pesquisar, inventar e construí-lo a partir de nossas próprias práticas educativas e através da sistematização de atividades que possibilitem a experimentação epistemológica e a refelexão sobre o fenômeno tecnológico na educação.
Profa. Lebiam Tamar.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Educação e Tecnologias (Prof. Ladislau Dowbor)

Entrevista com Prof. Ladislau Dowbor.
Programa Caminhos (Rede Vida)

Na entrevista, o professor menciona alguns pontos importantes para subsidiar nossas discussões acerca da relação entre Tecnologia e Educação, foram eles:

1. Ampliação do universo de conhecimentos.
2. A mudança necessária consiste não apenas em alterações no currículo e, sim, nas metodologias e na organização do trabalho pedagógico.
3. A necessidade de formação ao longo da vida.
4. A escola como espaço articulador/organizador do conhecimento humano.
5. A escola como espaço aberto para "o aprender" em qualquer idade. (flexibilidade no acesso ao ensino).
6. Buscar a relação entre as teorias e os conhecimentos científicos e as experiências cotidianas das pessoas.

Profa. Lebiam Tamar.

Mais informações: http://dowbor.org/

Indicação de leitura: Livro Tecnologias do Conhecimento. Editora Vozes. 2008.

Vamos debater sobre o conteúdo da entrevista em nossos comentários!


terça-feira, 10 de agosto de 2010

Tecnologias nas instituições de ensino: impactos na concretização do projeto pedagógico


O mundo sofre tranformações todos os dias, mas a educação em seus métodos pouco se transforma. A inserção de novas tecnologias suscita reflexões sobre as mudanças que precisam ser feitas na educação, em busca de novos conhecimentos, levando em consideração que são necessários novos métodos pedagógicos que relacionem educação e tecnologia, em sintonia com as propostas educativas da instituição de ensino. Definições essas que devem ser explicitadas no projeto pedagógico, tais como: a metodologia, os aportes teóricos, o planejamento etc. No projeto, deve-se ainda especificar se o objetivo do uso das tecnologias é ter apenas aulas de informática ou aulas com informática. Assim, a autora evidenciou no texto a necessidade de um sólido planejamento, realizado com a participação de todos os professores, deliberando sobre as decisões que devem ser tomadas, tais como: os objetivos de ensino, os usuários, os usos dos computadores nas atividades curriculares, a formação docente e etc.


GRUPO 3


ERICA ALVES
MARIANA RODRIGUES
MORGANA KELLY
KARLA CAROLINE
JANAINA
JAIANE


REFERÊNCIA: KENSKI, V.M. Tecnologia e ensino presencial e a distância. Campinas: Papirus, 2003, p. 69-82.

Tecnologias nas instituições de ensino: a formação adequada dos professores.




Atualmente, existem infinitas possibilidades de acesso à mídia. Segundo a autora do texto,Vani Moreira Kenski, cabe à escola que irá introduzir a tecnologia em suas atividades pedagógicas escolher, junto com seu corpo docente e inserir em seu Projeto Pedagógico, a maneira mais adequada de como irá utilizar esse meio para atingir seus objetivos educacionais. Para tanto, é preciso, não apenas ter o domínio sobre saberes técnicos sobre os equipamentos a serem utilizados, mas, principalmente, que os/as professores/as estejam seguros pedagogicamente para inclui-los em suas práticas em sala de aula. Geralmente, as escolas adquirem os equipamentos, mas os professores, sem a devida capacitação, não conseguem utilizá-los adequadamente, com aproveitamento pedagógico, e terminam por repetir as mesmas metodologias usadas anteriormente em sala de aula, ocasionando dessa maneira, a insatisfação tanto dos/as professores/as quanto dos/as alunos/as e a subutilização dos recursos tecnológicos disponíveis na escola.





Grupo 4:


Ariane Farias

Christiane Cely Fernandes de Melo

Danuza Carla Alves Leite

Elizângela de Souza Barros

Josenilma Cândido Dutra de Andrade

Lygia Andrade de Aquino

Luzimeire Meireles Malaquias




REFERÊNCIA: KENSKI, V. M. Tecnologias e ensino presencial e à distância.Campinas: Papirus, 2003, p. 69-82.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Eventos sobre Educação e Tecnologias

No segundo semestre de 2010, serão realizados três eventos sobre Tecnologias e Educação em capitais nordestinas. Os pesquisadores, docentes e graduandos que estudam a temática poderão apresentar trabalhos e discutir com outros estudiosos sobre as teorias e as pesquisas na área.
A 21ª edição do Simpósio Brasileiro de Informática na Educação acontecerá em João Pessoa, no período de 23 a 26 de novembro. As inscrições com apresentação de trabalhos foram prorrogadas até o dia 08 de agosto. Para saber mais sobre o evento, acesse: http://www.ccae.ufpb.br/sbie2010/. O segundo evento será o I Simpósio sobre Formação Docente e Tecnologias do Conhecimento, organizado pela Coordenação do Curso de Pedagogia a Distância da UFPB Virtual, que ocorrerá em João Pessoa nos dias 15 e 16 de outubro de 2010. As inscrições com envio de trabalhos estão abertas até o dia 01 de setembro. Para participar, acesse o link: http://www.simposiopedagogia.ead.ufpb.br/. O terceiro evento é o VIII Congresso Internacional de Tecnologia na Educação, organizado pelo SENAC, que acontecerá nos dias 08, 09 e 10 de setembro no Centro de Convenções de Recife - Pernambuco. O prazo para envio de trabalhos já expirou. Mas, ainda é possível participar como ouvinte. Acesse o site do evento:http://www.pe.senac.br/ascom/congresso/index.asp.