quarta-feira, 17 de agosto de 2011
As formas do saber
domingo, 17 de julho de 2011
As redes sociais como campo de estudo
Volto a lembrar, que estudar as tecnologias digitais em Educação não consiste apenas na afirmação do óbvio ou na reprodução de proposições recorrentes sobre o cárater impositivo do processo de tecnologização da sociedade, sobre as sempre exaltadas benéfices das tecnologias, ou ainda, sobre a inevitável "adaptação da escola". Ancorada em perspectivas teóricas críticas das tecnologias digitais, inquieto-me por questões mais profundas que tenham relação com aquilo que não se mostra tão facilmente e que, embora presente, permanece desconhecido.
Para quem também se interessa pelo estudo das redes sociais, seguem algumas leituras disponíveis no último volume da Revista Iluminuras que trata da Antropologia com redes sociais: consolidação de um método nos estudos etnográficos e no vídeo "O que são redes sociais?" produzido pela Escola de Redes.
terça-feira, 14 de junho de 2011
Oficina EEPB 2011
A oficina Educação, Comunicação e Tecnologias contou com a participação de 30 graduandos para, juntos, discutirmos sobre o tema "Redes sociais e aprendizagem". Partimos da indicação curricular do estudo sobre tecnologias nos cursos de Pedagogia para dar o start sobre como essa formação é realizada na UFPB, no âmbito de um componente curricular obrigatório, com 60 horas/aula, intitulado "Educação e Tecnologias". Para, em seguida, provocar uma série de questionamentos a partir de vídeos, imagens e textos sobre os conhecimentos pedagógicos e técnicos relacionados com as práticas de uso das tecnologias digitais na educação.
De otimismos ou pessimismos exagerados sobre a questão, buscamos a via da lucidez pedagógica, que se fundamenta em reflexões teóricas e análises críticas sobre as práticas sociais e educacionais de uso das tecnologias digitais na tentativa de imergir e desvendar as tramas complexas dessa rede. Alguns pontos nortearam o diálogo entre os participantes, foram eles:
- Pensar o binômio inclusão-exclusão na rede;
- Criar espaços potenciais de diálogo e aprendizagem na rede;
- Formar o cidadão e não apenas o consumidor na rede;
- Encontrar as brechas virtuais para a ação e superar o controle sobre as possibilidades de fazer escolhas.
Apresentamos, ainda, exemplos de projetos desenvolvidos com alunos da UFPB sobre o uso pedagógico da rede virtual em blogs e microblogs. Os graduandos Marcelo Dias Ribeiro e Lays Regina Batista apresentaram o objeto de aprendizagem que construíram com uma proposta pedagógica de uso do Twitter na Educação Básica.
A oficina foi um momento rico para o debate e suscitou reflexões relevantes para os futuros pedagogos que, certamente, mais do nunca, terão que tratar do uso das tecnologias digitais durante o exercício de suas atividades profissionais.
Obrigada aos participantes e aos organizadores do evento!
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Reflexões sobre o uso das tecnologias na escola
O que constitui esta postagem é a sintese da discussão dos textos sobre tecnologia e educação. O nosso objetivo foi compreender a realidade relacionada com o processo de ensino aprendizagem e com os conhecimentos tecnológicos, refletindo sobre suas utilidades nos espaços sociais, culturais e econômicos. A partir daí, podemos propor novas metodologias de ensino e práticas pedagógicas para o desenvolvimento educacional, tendo como objetivo a interação dos indivíduos com os avanços científicos da humanidade, ampliando seus conhecimentos sobre esses recursos e possibilitando a criação permanente de novas tecnologias e novas práticas sociais e educaionais.1-Por que usar tecnologias na escola?
A utilização das tecnologias na escola tem importância quando facilita a aprendizagem e a ação pedagógica dos professores e dos alunos em sala de aula. Isto porque estamos inseridos em um mundo globalizado, no qual precisamos nos apropriar de saberes e práticas sociais de uso da tecnologia que estão articulados com os aspectos sociais, econômicos e culturais, que demandam mudanças no mercado de trabalho e no processo de ensino aprendizagem.
2-Para que usar tecnologias na escola?
Para subsidiar a compreensão da própria realidade atual, desenvolvendo pesquisas, demonstrações ecomunicações de forma útil e flexível dentro das instituições e para estimular os alunos no processo de ensino-aprendizagem.
3- Que tecnologias usar na escola? E como usar essas tecnologias?
As tecnologias físicas, que são inovações como caneta esferográficas, livros, computador, etc. As tecnologias organizadoras são a forma como relacionamos as diversas técnicas de aprendizado e da qualidade de educação, focalizando os métodos de ensino. E as tecnologias simbólicas com as linguagens que permitem a socialização e a comunicação, articulando aspectos político, social, econômico e cultural. É através dessas e de outras tecnologias, que estejam disponíveis nas escolas, que podemos proporcionar uma boa qualidade de ensino e uma compreensão mais ampla sobre como utilizar a tecnologia para benefício da vida. Podemos utilizá-las como instrumentos pedagógicos que viabilizem uma melhor aprendizagem aos alunos, favorecendo a realização de atividades contextualizadas e a construção permanente de conhecimentos advindos da interação entre professores e alunos.
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Quem usa tecnologia na escola?
sábado, 23 de abril de 2011
Vídeo "Tecnologia no saber" - TV Escola
A Tv Escola disponibiliza em sua série de vídeos "Fazendo escola", um vídeo que discute o uso das tecnologias na Educação. Clique aqui para assistir.segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Implicações da “democratização” proposta pela Web 2.0 no campo do saber/conhecimento
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Autonomia possível com o uso da Web 2.0
É possível propor e realizar a “autonomia” na construção do conhecimento nas instituições de ensino? Como escapar ou redefinir os mecanismos de controle (tempo, conteúdos, avaliação, etc.)?
Alenilda Araújo de Souza
Kássya dos Santos da Silva
Maria do Rozário Fonseca Azevedo
Rebeca Ferraz de Souza
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Ambientes Virtuais de Aprendizagem

Desenvolvimento de aplicativos
Referências:
CAMARGO, Paulo de. Você é X, seu filho é Y. CLÁUDIA. São Paulo, ano 49, p. 95, abr. 2010.
CLUBE do professor. Disponível em: http://www.clubedoprofessor.com.br/artigos/artigojunio.html. Acesso em: 25 set. 2010.
Ensino a distância – Moodle. Disponível em:
GIMP. Doiponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/GIMP. Acesso em: 25 set. 2010.
Hospedagem Moodle. Disponível em: http://www.hostnet.com.br/instalador-automatico-de-aplicativos/sistema-de-cursos-online-moodle/. Acesso em: 25 set. 2010.
Mapas conceituais. Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Mapa_conceitual. Acesso em: 25 set. 2010.
PORTAL da educação. Disponível em:
SANTOS, Robson. Inserção da tecnologia e da inovação no processo educativo. Disponível em:
Slide share. Disponível em: http://slideshare.net/robsonsantos/educação-e-sftwares-aplicativos. Acesso em: 25 set. 2010.
Software Aplicativo. Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Aplicativos. Acesso em: 25 set. 2010.
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Tecnologias assistivas

“Tecnologia Assistiva é uma área do conhecimento, de característica interdisciplinar, que engloba produtos, recursos, metodologias, estratégias práticas e serviços que objetivam promover a funcionalidade, relacionada à atividade e participação de pessoas com deficiência, incapacidades ou mobilidade reduzida, visando sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social.” (CORDE - Comitê de Ajudas Técnicas-ATA VII).
Ajudas técnicas refere-se ao conjunto de recursos que viabilizam maior independência e inclusão na vida social de Pessoas com Necessidades Educacionais Especiais (PNEES). Restringindo ao contexto da Tecnologia Assistiva Informática, “além de servirem para compensar incapacidades, podem estender e valorizar o contexto de desenvolvimento e atuação das PNEES.” (MONTOYA, 1997), através de sistemas de ajuda auxiliados pelo computador, como apoio ao desenvolvimento cognitivo.
Os dispositivos de hardware e software são duas dimensões que envolvem ferramentas de auxílio para pessoas com privações sensoriais e/ou motoras. São eles que coordenam a interação humano-computador.
Como exemplo de recursos de entrada podemos citar: teclados virtuais, teclados Braille, ponteiras de cabeça por luz, reconhecimento de voz, mouses especiais, etc. E como recursos de saída, destacam-se impressoras Braille, monitores especiais, leitores de texto, impressoras Braille e linha Braille.
As novas tecnologias, dependendo de como utilizadas, podem ser muito eficientes no ambiente escolar. Esta eficiência está diretamente ligada ao processo utilizado, e o mais pertinente é o Constutivismo em que o aluno é o autor do próprio conhecimento.
E neste processo construtivista é de suma importância que haja a cooperação entre professor e aluno, que o computador seja uma ferramenta motivadora, estimulando o indivíduo a pensar de forma independente, com a finalidade de ir aprofundando conceitos e construindo os conhecimentos, favorecendo assim o pensamento livre e autônomo do aluno. De preferência utilizar programas que estimulem a criatividade do aluno, softwares de autoria, por exemplo. No desenvolvimento da leitura e da escrita podem ser utilizados recursos como editores de texto; intercâmbio, através do correio eletrônico; construção coletiva de histórias na web, entre outros.
"Desenvolver recursos de acessibilidade também pode significar combater esses preconceitos, pois, no momento em que lhe são dadas as condições para interagir e aprender, explicitando o seu pensamento, o indivíduo com deficiência mais facilmente será tratado como um "diferente-igual"... Ou seja, "diferente" por sua condição de portador de necessidades especiais, mas ao mesmo tempo "igual" por interagir, relacionar-se e competir em seu meio com recursos mais poderosos, proporcionados pelas adaptações de acessibilidade de que dispõe. É visto como "igual", portanto, na medida em que suas "diferenças" cada vez mais são situadas e se assemelham com as diferenças intrínsecas existentes entre todos os seres humanos. Esse indivíduo poderá, então, dar passos maiores em direção a eliminação das discriminações, como conseqüência do respeito conquistado com a convivência, aumentando sua auto-estima, porque passa a poder explicitar melhor seu potencial e pensamentos." (DAMASCENO e GALVÃO FILHO, 2001)
Tomando como base artigos acadêmicos, pudemos compreender a imensa necessidade de uma mudança social em prol da inserção dos Portadores de Necessidades Educacionais Especiais, que sofrem com a falta de recursos tecnológicos voltados para a área da informática. Pessoas que sofrem preconceito por serem tachadas de incapazes e dependentes. E a proposta das Tecnologias Assistivas é justamente mostrar que indivíduos com algum tipo de limitação, podem ganhar sim autonomia e independência no processo ensino-aprendizagem através do computador.
Christiane Cely Fernandes de Melo
REFERÊNCIAS:
BERSCH, Rita. INTRODUÇÃO À TECNOLOGIA ASSISTIVA. Disponível em: http://www.assistiva.com.br/IntroduçãoTaRitaBersch.pfd. Acesso em: 30 set. 2010.
FILHO, Teófilo Alves Galvão. AS NOVAS TECNOLOGIAS NA ESCOLA E NO MUNDO ATUAL: FATOR DE INCLUSÃO SOCIAL DO ALUNO COM NECESSIDADES ESPECIAIS? Disponível em: http://www.profalacom/arteducesp1.htm. Acesso em: 30 set. 2010.
HOGETOP, Luísa; SANTAROSA, Lucila Maria Costi. TECNOLOGIAS ASSISTIVAS/ADAPTATIVAS: viabilizando a acessibilidade ao potencial individual. Disponível em: http://www.nied.unicamp.br/~proinesp/material/arquivos/Semana1/Leituras/Tecnologias Assistivas/tec_assist.pdf.
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Comunidade virtuais de aprendizagem

quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Educação e Tecnologias (Prof. Ladislau Dowbor)
Entrevista com Prof. Ladislau Dowbor.
Programa Caminhos (Rede Vida)
Na entrevista, o professor menciona alguns pontos importantes para subsidiar nossas discussões acerca da relação entre Tecnologia e Educação, foram eles:
1. Ampliação do universo de conhecimentos.
2. A mudança necessária consiste não apenas em alterações no currículo e, sim, nas metodologias e na organização do trabalho pedagógico.
3. A necessidade de formação ao longo da vida.
4. A escola como espaço articulador/organizador do conhecimento humano.
5. A escola como espaço aberto para "o aprender" em qualquer idade. (flexibilidade no acesso ao ensino).
6. Buscar a relação entre as teorias e os conhecimentos científicos e as experiências cotidianas das pessoas.
Profa. Lebiam Tamar.
Mais informações: http://dowbor.org/
Indicação de leitura: Livro Tecnologias do Conhecimento. Editora Vozes. 2008.
Vamos debater sobre o conteúdo da entrevista em nossos comentários!
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Informática Educativa: o Projeto Educom
A proposta do Projeto Educom seria de levar computadores às escolas públicas brasileiras.
- Centro piloto Educom-UFRJ - Este centro piloto transformou-se na Coordenação de Informática da Educação Superior, direcionando suas pesquisas para três áreas: tecnologia educacional, tecnologia de software educacional e investigações sobre os efeitos sociais, culturais, éticos, etc., provocados pelo uso do computador no processo educacional. Atua na realização de cursos de especialização em tecnologia educacional, ensinando também nas graduações de licenciaturas e nos cursos de informática.
- Centro piloto Educom-UFMG - Desenvolve suas pesquisas nas áreas de: Informatização de escolas, desenvolvimento e avaliação de Programas Educativos pelo computador(PECs), capacitação de recursos humanos e utilização da informática na educação especial, primando sempre pela interdisciplinaridade, pela visão construtivista e pelo estudo das implicações sociopolítico-culturais da entrada dos computadores na educação.
- Centro piloto Educom -UFPE - Nos últimos anos, o Educom UFPE tem voltado suas atividades para três áreas: formação de recursos humanos, informática na educação especial e atividades de educação musical com uso de computadores. Atende professores das redes municipal e estadual de ensino e realiza cursos de extensão para alunos do curso de pedagogia e licenciatura. Procurou pesquisar e desenvolver uma metodologia de ensino apropriado para surdos. Para isso, utilizou a linguagem LOGO, no trabalho com deficientes auditivos, pois esta linguagem possui um desenho próprio para educação.
- Centro piloto Educom-UFRGS - Criou o laboratório de Estudos Cognitivos (LEC), em 1973, que investiga como o computador pode contribuir no processo de aprendizagem. Também pesquisou a utilização desses recursos na educação de crianças deficientes.
- Centro piloto Educom - Unicamp - Investiu na formação de recursos humanos, avaliando programas educativos e desenvolvendo uma metodologia de ensino com uso de computadores. Utilizou também a linguagem LOGO.
Estes centros dedicaram-se principalmente à formação de recursos humanos e produção de alguns softwares educativos, além da educação especial, entretanto houve momentos de dificuldades, especialmente financeiras, o que ocasionou a não realização de algumas das atividades planejadas.
REFERÊNCIA: OLIVEIRA, Ramon de. Informática Educativa: magistério, formação e trabalho pedagógico. São Paulo: Papirus, 2007.
Grupo: Ariane Farias, Christiane Celly, Danuza Carla, Elisângela de Sousa, Josenilma Cândido, Lygia Andrade, Luzimeire Meireles.
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Informática Educativa: o Projeto Formar
O projeto Formar tinha como objetivo principal a formação dos professores e técnicos da rede pública do Brasil para o trabalho com informática educativa. Como forma de viabilizar esse projeto foi criado o 1º curso de informática na educação, em 1987, que tinha como objetivos:
- Despertar uma nova geração de educadores, não apenas para dominar a ferramenta, mas analisar criticamente sua contribuição no ensino-aprendizagem;
- Ao final do curso, os professores-alunos iriam, em suas respectivas cidades, capacitar outros professores, por meio da multiplicação dos conhecimentos adquiridos no curso;
- Depois desse curso, as secretarias estaduais e municipais se sentiriam pressionadas a viabilizar a implementação do CIED (Centro de Informática e Educação).
O curso levou os professores-alunos a se iniciarem na discussão acerca do uso de computadores na educação para que, dessa forma, fosse fomentada a investigação e, possivelmente, as aplicações pedagógicas das tecnologias nas escolas.
Grupo: Dvane Virgínia, Cintya Tormes, Letícia Medeiros, Allane de Farias, Ludmilla Galdino e Giovanni Rodrigues.
REFERÊNCIA: OLIVEIRA, Ramon de. Informática Educativa: magistério, formação e trabalho pedagógico. São Paulo: Papirus, 2007.
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Informática Educativa: o Projeto Cied
Grupo: Annyelle Lopes, Eduarda Rossane, Evanuza Batista, Giácomo Galdino, Mônica Duarte.
REFERÊNCIA: OLIVEIRA, Ramon de. Informática Educativa: magistério, formação e trabalho pedagógico. São Paulo: Papirus, 2007.
Informática Educativa: Caie/Seps por uma política mais explícita
Programa de Ação Imediata em Informática na Educação
Grupo: Janaína Gomes, Jayanne Santos, Michelle Ulisses, Erica Alves, Mariana Rodrigues, Karla Caroline, Morgana Kelly
Referência: OLIVEIRA, Ramon de. Informática Educativa: magistério, formação e trabalho pedagógico. São Paulo: Papirus, 2007.
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
A política de informática Educativa
Nesse contexto, houve uma divergência de ideias. De um lado, aqueles que solicitavam do Estado a criação de mecanismos políticos que assegurassem a reserva de mercado para os produtos nacionais, com o inutito de estimular o desenvolvimento da indústria de informática brasileira. Por outro lado, aqueles que defendiam a liberdade de comercialização para empresas e produtos internacionais. O primeiro grupo venceu a disputa, assegurando o fechamento do mercado nacional.
A SEI (Secretaria Especial de Informática), ligada diretamente ao CSN (Conselho de Segurança Nacional) ficou responsável pela gestão das políticas e ações que pudessem tornar concretas as propostas formuladas. Em 1984, a taxa de crescimento da indústria eletrônica brasileira já se encontrava entre as dez maiores do mundo e em ritmo acelerado de crescimento. Surge, então, um novo capítulo na história da educação brasileira, caracterizado por ações do governo federal que visava levar computadores às escolas públicas de educação básica, constituindo assim, a política brasileira de informática educativa.
Grupo: Gérssica Nóbrega, Juliália Cássia, Marcela Vasconcelos, Maria Aparecida, Rebeca Ferraz, Taynná Henrique .
REFERÊNCIA: OLIVEIRA, Ramon de. Informática Educativa: magistério, formação e trabalho pedagógico. São Paulo: Papirus, 2007.
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Informática Educativa: o início da experiência brasileira
O início da experiência brasileira é um dos pontos do livro do autor Ramon de Oliveira que trata das preocupações do governo em função de buscar soluções para implantação da informática na educação brasileira.
O marco inicial das discussões sobre informática na educação brasileira, deu-se com a realização do 1º Seminário Nacional de Informática na Educação realizado em 1981, em Brasília/DF, pela Secretaria Especial de Informática – SEI – ligada diretamente ao Conselho de Segurança Nacional, Ministério da Educação e Cultura – MEC e Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPq.
Em função das preocupações com os benefícios socioeducacionais e em busca de soluções para implantação da informática na educação brasileira, entre vários outros pontos discutidos, os participantes do 1º seminário Nacional de informática na Educação elaboraram e apresentaram um conjunto de recomendações sobre o uso de computadores no processo educacional brasileiro, por perceberem que, no Brasil, persistia um quadro de graves desequilíbrios na oferta de oportunidades educativas, com prejuízos ao acesso universal à escola elementar.
Entre algumas das recomendações sugeridas, podemos citar a de “que as atividades de informática na educação sejam balizadas por valores culturais, sócio-políticos e pedagógicos na realidade brasileira”.
Foi também nesse seminário que se sugeriu a criação de um Projeto Piloto, de caráter experimental, objetivando a realização de pesquisas sobre a utilização da informática no processo educacional. O Projeto Educom representou a primeira ação oficial concreta para levar computadores às escolas públicas brasileiras. Percebemos que todas as medidas discutidas no 1º Seminário refletem divergentes preocupações do governo e dos educadores da época, para com o uso das tecnologias que, inicialmente, tomaram programas estrangeiros como referência que, de certa forma, não eram coerentes com a realidade educacional brasileira e podiam influenciar mudanças nos nossos conceitos e padrões culturais nacionais.
Grupo: Alenilda Araújo de Souza Procópio, Kássya dos Santos da Silva, Maria Luiza Lira de Araújo, Márcia Lopes Silva de Farias, Maria de Fátima da Silva Santos, Maria do Rozário Fonseca Azevedo.
REFERÊNCIA: OLIVEIRA, Ramon de. Informática Educativa: magistério, formação e trabalho pedagógico. São Paulo: Papirus, 2007, p. 29-33.
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Tecnologias nas instituições de ensino: a formação adequada dos professores.
Atualmente, existem infinitas possibilidades de acesso à mídia. Segundo a autora do texto,Vani Moreira Kenski, cabe à escola que irá introduzir a tecnologia em suas atividades pedagógicas escolher, junto com seu corpo docente e inserir em seu Projeto Pedagógico, a maneira mais adequada de como irá utilizar esse meio para atingir seus objetivos educacionais. Para tanto, é preciso, não apenas ter o domínio sobre saberes técnicos sobre os equipamentos a serem utilizados, mas, principalmente, que os/as professores/as estejam seguros pedagogicamente para inclui-los em suas práticas em sala de aula. Geralmente, as escolas adquirem os equipamentos, mas os professores, sem a devida capacitação, não conseguem utilizá-los adequadamente, com aproveitamento pedagógico, e terminam por repetir as mesmas metodologias usadas anteriormente em sala de aula, ocasionando dessa maneira, a insatisfação tanto dos/as professores/as quanto dos/as alunos/as e a subutilização dos recursos tecnológicos disponíveis na escola.